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Projeto de obras no Pedral do Lourenço avança no rio Tocantins e amplia benefícios para a população da região

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O projeto do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, avançou com a autorização para o início das obras no Trecho 2, após decisão da Justiça Federal, no último dia 19 de dezembro, que permitiu a retomada do empreendimento. A medida ocorre após a validação do licenciamento ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Resultado de mais de 15 anos de estudos técnicos, análises ambientais e articulação institucional, o empreendimento é conduzido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e integra a carteira de investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal. A iniciativa vem para fortalecer a navegação interior, ao ampliar a eficiência logística e gerar ganhos econômicos e sociais para a população da região.

Localizado em um trecho estratégico do rio Tocantins, no Pará, o Pedral do Lourenço concentra historicamente a principal limitação à navegação contínua da hidrovia Tocantins-Araguaia. A melhoria das condições nesse ponto permitirá ampliar a regularidade da navegação ao longo do ano, aumentar a segurança operacional e oferecer maior previsibilidade ao transporte hidroviário.

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Com cerca de 1.700 quilômetros de extensão, a hidrovia conecta áreas produtoras do Norte e do Centro-Oeste ao Porto de Vila do Conde (PA), desempenhando papel fundamental na integração regional. A superação desse gargalo amplia a capacidade de escoamento da produção, contribui para a redução dos custos logísticos e fortalece a competitividade das cadeias produtivas, com impactos positivos na economia local e regional.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o avanço do projeto reflete uma política pública estruturada e orientada para resultados. “Estamos executando uma política nacional de hidrovias com visão estratégica, planejamento e respeito aos marcos ambientais. O avanço do Pedral do Lourenço representa um ganho estrutural para a logística do país e para o desenvolvimento regional”, afirmou.

Eficiência logística e sustentabilidade
A navegação interior se consolida como um modal estratégico ao combinar eficiência logística, menor custo e ganhos ambientais. O transporte hidroviário contribui para a redução do custo das mercadorias e para uma logística mais sustentável e acessível à população.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, o fortalecimento da navegação interior gera efeitos diretos no cotidiano das famílias e no abastecimento dos municípios. “Quando reduzimos o custo do transporte, esse ganho se reflete no preço final dos produtos, no abastecimento das cidades e na melhoria da qualidade de vida da população. O Pedral do Lourenço faz parte de uma política pública que busca tornar a logística mais eficiente e acessível para quem vive e produz ao longo do rio Tocantins”, concluiu.

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Impacto para a população da região
Com o avanço do projeto, além da melhoria das condições de navegação, a região passa a contar com ações de cuidado socioambiental, diálogo permanente com comunidades ribeirinhas e a construção de soluções mais adequadas à realidade local, assegurando que os benefícios da hidrovia alcancem quem vive e depende do rio Tocantins.

Ao fortalecer a circulação de cargas e mercadorias, o empreendimento contribui para apoiar municípios ribeirinhos, estimular economias locais e ampliar oportunidades produtivas ao longo da hidrovia. Dessa forma, a navegação interior se consolida como instrumento de desenvolvimento regional sustentável e de melhoria da qualidade de vida da população.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.

“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. 

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Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo. 

Retorno da participação social

A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.

Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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