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Programa Gás do Povo realiza testes bem-sucedidos nas revendas, com acompanhamento do MME

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O Ministério de Minas e Energia (MME) acompanhou, nesta segunda-feira (10/11), a primeira operação do Programa Gás do Povo, com a realização de testes em uma revenda de gás em Goiânia (GO). A ação marca o início da fase de validação operacional do programa, que vai oferecer recarga gratuita de botijões de 13 kg para mais de 15 milhões de famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade, substituindo o antigo Auxílio Gás dos Brasileiros.

Durante o teste realizado com dez famílias, foram verificadas as três formas de retirada do benefício: cartão do Programa Bolsa Família, cartão “Gás do Povo” (cartão de débito da Caixa Econômica Federal) e solução via aplicativo (CPF validado diretamente na máquina que a revenda de GLP recebe da Caixa para efetuar as operações do Programa).

Além disso, foram simuladas situações de erro, como uso duplicado do benefício ou tentativa de retirada com cartão de outra instituição bancária. A operação, acompanhada por representantes do MME, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Caixa e da Dataprev, foi bem-sucedida, mostrando que o sistema está apto a ser utilizado por todas as revendas varejistas de GLP devidamente credenciadas no programa.

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De acordo com o cronograma, as primeiras cidades brasileiras devem iniciar as operações do novo formato já neste mês, com expansão gradual até março de 2026, quando o programa deve atingir a totalidade dos beneficiários.

O Gás do Povo representa um avanço social e energético do Governo do Brasil ao garantir acesso digno e gratuito ao gás de cozinha, reduzindo os riscos à saúde e à segurança alimentar das famílias. Além de triplicar a cobertura do atendimento, dos atuais 5,1 milhões para mais de 15 milhões de lares, o programa moderniza o modelo de concessão do benefício, assegurando que a recarga gratuita chegue diretamente às famílias.

As revendas participantes, devidamente credenciadas pela Caixa e autorizadas ao exercício desta atividade econômica pela ANP, serão responsáveis pela entrega do benefício sem qualquer custo ao cidadão (exceto valores de frete para entrega ou o vasilhame). Os recursos para execução do programa estão garantidos no orçamento federal, com R$ 3,57 bilhões previstos para 2025.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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