Paraná
Programa de bolsas do IDR-PR qualifica estudantes para o desenvolvimento rural
O estudante Bruno Guilherme Ribeiro, de Ponta Grossa (Campos Gerais), cursa o segundo ano de Agronomia, na Unicesumar, e já desenvolve pesquisas com melhoramento genético de triticale, particularmente com o aprimoramento da cultivar IPR Prata, desenvolvida pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná).
Ribeiro e outros 75 alunos de graduação estão em Londrina participando do seminário de bolsistas do IDR-Paraná, que teve início nesta terça-feira (1º) e prossegue até quinta-feira (03). No encontro, eles apresentam os resultados dos projetos que desenvolvem para uma banca avaliadora externa nomeada pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
O objetivo do programa de bolsas é descobrir e estimular jovens talentos para a pesquisa, inovação tecnológica e extensão rural. “Busquei a iniciação científica para melhorar minha qualificação profissional”, disse Ribeiro.
“Os alunos que passam por um programa assim saem mais preparados para contribuir com o desenvolvimento científico, tecnológico e a geração de inovações para o setor agropecuário do País”, afirmou a diretora de Pesquisas do IDR-PR, Vania Moda Cirino.
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Durante um ano, os bolsistas se engajam em projetos da instituição supervisionados por um especialista e vivenciam o dia a dia do trabalho em laboratórios, fazendas experimentais e de ações com produtores. Se o estudante tem bom desempenho, a duração da bolsa pode ser prorrogada.
De Londrina e também estudante de Agronomia, o bolsista Francisco Gongora Zorman, da UEL, está ligado a um projeto de extensão rural que estuda a cadeia produtiva de leite no Estado e busca elementos para a formulação de políticas públicas que garantam a permanência dos produtores na atividade. “Quero agregar uma experiência acadêmica ao currículo”, afirmou.
As atividades do ciclo 2022/2023 foram realizadas nas unidades do IDR-Paraná de Curitiba, Londrina, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa e Santa Tereza do Oeste.
Participam do programa estudantes de Agronomia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências da Computação, Ciências Sociais, Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica, Medicina Veterinária e Zootecnia. Eles são alunos do Centro Universitário Campo Real, Cescage (Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais), IFPR (Instituto Federal do Paraná), UEL (Universidade Estadual de Londrina), UFPR (Universidade Federal do Paraná), UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), Universidade Tuiuti do Paraná, Unifil, UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), Faculdade Anhanguera, Unopar, Unifatecie e Unicesumar.
A banca externa de avaliação nomeada pelo CNPq este ano é integrada pela pesquisadora Liliane Marcia Mertz Henning, da Embrapa Soja, e pelos professores Claudemir Zucareli e Halley Caixeta de Oliveira, da UEL.
Com 31 anos de existência, o programa de bolsistas do IDR-Paraná já recebeu 1,8 mil estudantes. A iniciativa conta com recursos da própria instituição e também do CNPq e da Fundação Araucária.
Fonte: Governo PR
Paraná
Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu
O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.
Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.
Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.
Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.
Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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