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Paraná

Professor de Campo Largo denunciado pelo MPPR por importunação e assédio sexual praticados contra estudante de 15 anos é condenado

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Um professor da rede pública estadual de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, denunciado criminalmente pelo Ministério Público do Paraná, foi condenado pelos crimes de importunação sexual e assédio sexual praticados contra um adolescente de 15 anos de idade. Os crimes ocorreram em agosto de 2023 e a vítima era aluno do professor agora condenado.

Áudio do promotor de Justiça Eduardo Labruna Dahia

De acordo com as apurações do caso, que resultaram no oferecimento da denúncia pela 2ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, o professor conduziu o estudante em seu carro para um local afastado do centro da cidade sob o argumento de que discutiria com ele a situação de suas notas. No interior do veículo, ele tocou a vítima em suas partes íntimas.

Afastamento – Também a pedido do Ministério Público do Paraná, apresentado ao Juízo em agosto de 2024, ele foi afastado do cargo que exercia e proibido de entrar na escola em que lecionava e de manter qualquer contato com a vítima e testemunhas.

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Pelos crimes, ele foi condenado a uma pena total de 2 anos e 10 meses de reclusão, substituída por uma pena restritiva de direito, de prestação de serviços à comunidade, pagamento de multa no valor de 5 salários-mínimos, devendo o valor ser destinado ao Conselho da Comunidade local. A condenação também fixou, a pedido do MPPR, o pagamento de R$ 8 mil à vítima a título de reparação pelos danos causados.

Recurso – Na denúncia, a Promotoria de Justiça também requereu a condenação do réu por outros dois crimes praticados contra outro estudante, também de 15 anos: de vias de fato e de submissão de adolescente a vexame ou constrangimento, estes praticados em novembro de 2023. Na ocasião, ele teria dado um tapa na cabeça do aluno e constrangido-o na presença da turma. Desses fatos, ele foi absolvido pelo Juízo, decisão da qual o MPPR irá recorrer.

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05/08/2025 – Professor de escola pública estadual em Campo Largo é afastado das funções a pedido do MPPR após denúncia de assédio e importunação sexual a adolescente

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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