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Produtos regionais e turismo: marca coletiva Somos Mata Atlântica inicia regulamento

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A Invest Paraná – agência de promoção de investimentos do Governo do Estado – realizou nesta semana, por meio do programa Vocações Regionais Sustentáveis (VRS), a primeira reunião do grupo de trabalho responsável pela elaboração do regulamento de uso da marca coletiva “Somos Mata Atlântica”. Pioneira no Brasil, a iniciativa é a única marca coletiva do País voltada à integração entre produtos regionais, serviços e turismo.

A reunião ocorreu na Estação Ferroviária de Morretes e contou com representantes do setor público, empreendedores, produtores locais, lideranças comunitárias e instituições parceiras.

O encontro marcou o início da elaboração do regulamento de uso da marca coletiva, e discutiu ao longo do dia critérios relacionados à qualidade, sustentabilidade, identidade territorial, formas de adesão e mecanismos de governança da iniciativa.

O gerente de Desenvolvimento Econômico da Invest Paraná, Bruno Banzato, destacou o caráter inovador da iniciativa ao integrar turismo e cadeias produtivas em uma mesma estratégia territorial.

“Essa é a primeira marca coletiva que vai unir turismo e produtos dentro do mesmo território. Essa integração é a grande inovação da marca coletiva. É também um trabalho que a Invest Paraná vem desenvolvendo e se especializando a partir de uma demanda da própria comunidade”, afirmou.

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Segundo ele, a construção da marca surgiu da necessidade apresentada pelos próprios empreendedores e lideranças do Litoral, como forma de fortalecer o desenvolvimento regional e ampliar oportunidades econômicas ligadas ao território. “A comunidade nos trouxe a necessidade de uma inovação no processo de desenvolvimento e de um associativismo. Hoje demos início ao processo do regulamento e, em breve, essa marca coletiva estará à disposição da sociedade”, destaca Banzato.

A futura governança da marca coletiva será conduzida pela Adetur Litoral. A gestora executiva da entidade, Patrícia Assis, ressaltou que a iniciativa busca fortalecer a identidade dos produtos e serviços locais, promovendo geração de renda e valorização do patrimônio cultural da região. “A marca coletiva é uma consolidação de um trabalho de construção conjunta, que visa não só o escoamento desses produtos, mas a valorização do patrimônio da cultura local, sejam eles produtos turísticos ou produtos das cadeias de valor”, afirmou.

A marca “Somos Mata Atlântica” é resultado das ações desenvolvidas pelo VRS nos municípios de Morretes, Antonina e Guaraqueçaba, e contempla cadeias produtivas como banana, mandioca, pupunha, juçara, artesanato e turismo de base comunitária.

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PARCERIA E PRÓXIMOS PASSOS – O projeto é fruto da parceria entre a Invest Paraná, a Universidade Estadual do Paraná (Unespar), responsável pela coordenação técnica, e a Universidade Federal do Paraná (UFPR). A iniciativa é financiada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), com recursos do Fundo Paraná.

Entre os apoiadores institucionais está a Serra Verde Express, integrante do grupo de governança da marca coletiva. A primeira reunião do grupo de trabalho foi sediada na Estação Ferroviária de Morretes, um dos principais pontos de chegada de visitantes ao Litoral paranaense.

A próxima etapa do projeto prevê novas reuniões técnicas e oficinas regionais para aprofundar os critérios de adesão e estruturar oficialmente o modelo de governança da marca coletiva Somos Mata Atlântica.

Fonte: Governo PR

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Gaeco e PM cumprem 24 mandados em 11 cidades na 2ª fase da Operação Via Pix, que apura possíveis crimes cometidos por policiais rodoviários estaduais

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O Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 13 de agosto, a segunda fase da Operação Via Pix. A ação investiga possíveis crimes de concussão, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e constituição de organização criminosa, supostamente cometidos por policiais rodoviários estaduais nos Campos Gerais e no Norte Pioneiro do estado.

Acesse imagens da operação

Acesse áudio do Promotor de Justiça Antonio Juliano Souza Albanez

Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal, além de ser determinado o afastamento cautelar das funções operacionais de 12 policiais rodoviários estaduais investigados por suspeitas de integrarem o esquema criminoso. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual e cumpridas em Ponta Grossa, Castro, Jaguariaíva, Ibaiti, Arapoti, Wenceslau Braz, Guarapuava, Joaquim Távora, Curiúva, Sengés e Guapirama.

Durante o cumprimento dos mandados, foram efetuadas cinco prisões em flagrante: quatro por posse irregular de armas e munições e uma por obstrução da Justiça.

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Propina e acobertamento ‒ As investigações tiveram início em março de 2025. Em outubro do mesmo ano, durante a primeira fase da operação, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e determinado o afastamento de sete policiais rodoviários estaduais de suas funções.

Esta nova etapa busca consolidar provas do vínculo de outros policiais com a organização criminosa, bem como apurar os crimes cometidos com a participação de empresários da região, que também foram alvos das buscas. Conforme apurado até o momento, há fortes indícios de que o grupo mantinha acordos com empresários dos setores de transporte de cargas e de madeira. Eles pagariam propinas mensais aos policiais rodoviários para evitar fiscalizações nas rodovias estaduais. Além disso, foram colhidos indícios de que os agentes recebiam valores indevidos para adulterar informações em boletins de ocorrência de acidentes de trânsito, beneficiando as empresas perante o Detran e seguradoras.

Tráfico ‒ Simultaneamente, o Gaeco cumpriu nesta quinta-feira três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da Vara de Garantias de Jaguariaíva em residências de três pessoas naquele município. O objetivo é desarticular um esquema de tráfico de drogas descoberto após a primeira fase das investigações, que contava com o acobertamento de um dos policiais investigados.

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Matéria anterior:

07/10/2025 ‒ Núcleos de Ponta Grossa e Guarapuava do Gaeco cumprem mandados em operações sobre possíveis crimes cometidos por policiais rodoviários estaduais

ENTREVISTA COLETIVA

Mais informações sobre a operação serão prestadas em entrevista coletiva à imprensa, promovida em conjunto pelo Ministério Público do Paraná e pela Polícia Militar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, a partir das 10 horas, na sede do MPPR em Ponta Grossa (Rua Marquês de Souza, 70 ‒ Oficinas).

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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