Paraná
Primeira Maratona Internacional de Maringá abre inscrições nesta terça-feira
A partir das 14h desta terça-feira (23) estarão abertas, pelo site Ticket Sports, as inscrições para a primeira Maratona Internacional de Maringá. A competição acontecerá entre os dias 20 e 22 de novembro, com provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km. A abertura do evento coincide com o feriado da Consciência Negra. Segundo a organização, a expectativa é reunir cerca de 15 mil atletas.
Inédita no município, a competição distribuirá mais de R$ 300 mil em premiações para atrair corredores de elite do Brasil e do Exterior. Além do aspecto esportivo, a organização aposta no potencial do evento para fortalecer o turismo, movimentar a economia local e consolidar Maringá como um novo destino para grandes provas de corrida de rua.
A programação será distribuída ao longo de três dias. Na sexta-feira (20), será a prova de 5 quilômetros. No sábado (21), ocorrem a meia maratona, com 21 quilômetros, e a Maratoninha, destinada ao público infantil. Já no domingo (22), os atletas disputam as provas de 10 quilômetros, e os 42 quilômetros da maratona.
Com atrações musicais ao longo do percurso, a competição contará com trajetos planejados para aproveitar as características urbanas de Maringá, reconhecida pelas avenidas amplas e pelo traçado favorável à prática da corrida de rua.
Para um dos organizadores, João Guilherme Leprevost, o objetivo é consolidar a prova já em sua primeira edição. “Queremos entregar uma experiência de nível internacional para atletas e acompanhantes. Maringá reúne infraestrutura, hospitalidade e características técnicas que favorecem a prática da corrida. Nosso objetivo é atrair uma elite forte para a disputa da premiação e, ao mesmo tempo, criar um evento acessível para corredores de todos os níveis”, disse.
A expectativa da organização é receber atletas profissionais, corredores amadores e acompanhantes de diferentes regiões do Brasil e do Exterior.
Para mais informações, acompanhe o perfil oficial da prova no Instagram.
Fonte: Governo PR
Paraná
Médico investigado em Itaúna do Sul é denunciado pelo Ministério Público do Paraná por ameaça, dano emocional à mulher, perseguição, tortura e peculato
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Nova Londrina, no Noroeste do estado, ofereceu denúncia contra um médico por diversos crimes supostamente praticados contra servidores públicos do Hospital Municipal de Itaúna do Sul, município que integra a comarca. Entre os delitos imputados, estão ameaça (por três vezes), dano emocional à mulher, perseguição, tortura e peculato. A esposa do médico também foi denunciada pelos crimes de peculato e prevaricação. A Promotoria de Justiça requereu ainda o afastamento dela do cargo de coordenadora de enfermagem do hospital.
Áudio da Promotora de Justiça Marina Campos Corrêa
Na semana passada, o médico já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva. Ele permanece recolhido na Cadeia Pública de Nova Londrina. Conforme a denúncia, os fatos teriam ocorrido entre março e maio deste ano e envolvido condutas que resultaram em intimidações, constrangimentos e outras formas de violência contra as vítimas.
Arbitrariedades – Segundo apurado pela Promotoria de Justiça, o médico teria se apropriado de uma sala do hospital, onde permanecia com a esposa durante os plantões, além de praticar outras irregularidades no estabelecimento. Os relatos colhidos durante a investigação dão conta de que ele teria instaurado um ambiente de constantes arbitrariedades, submetendo uma das vítimas a ameaças, humilhações, perseguições e vigilância permanente.
A atual secretária municipal de Saúde de Itaúna do Sul, empossada recentemente no cargo, teria adotado medidas para corrigir parte das irregularidades identificadas. Conforme a denúncia, a iniciativa provocou a reação do investigado, que passou a perseguir a gestora e seus familiares. Entre as condutas relatadas, ele teria ameaçado torturar a filha da secretária e matar seu marido, chegando, em uma das ocasiões, a exibir uma arma de fogo na cintura ao procurar o familiar da vítima.
Tortura – A denúncia também atribui ao médico a prática do crime de tortura contra criança ou adolescente, na forma qualificada pela condição da vítima. Já a esposa responde por omissão em relação à suposta prática desse crime, por supostamente deixar de adotar medidas para impedir ou apurar as agressões, apesar de ter o dever legal de agir.
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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