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Prêmio Defensoria em Todos os Cantos vai reconhecer boas práticas de acesso à Justiça

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Brasília, 27/02/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), lançou, na quarta-feira (25), no Palácio da Justiça, o Prêmio Defensoria em Todos os Cantos.

 O encontro de divulgação contou com a presença os defensores públicos-gerais dos estados do Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito SantoMato GrossoMato Grosso do SulParanáPiauíRio Grande do Sul e Tocantins, que integram o Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege). 

O edital da iniciativa foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e selecionará e premiará projetos desenvolvidos pelas Defensorias Públicas dos estados, do Distrito Federal e da União, voltados à ampliação do acesso à Justiça e à garantia de direitos, especialmente para populações em situação de vulnerabilidade.

Durante o lançamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, destacou a importância de fortalecer instituições que atuam diretamente na promoção do acesso à Justiça e na proteção de direitos fundamentais.

“É essencial que o Estado participe do debate público com responsabilidade, reafirmando o sistema de garantias constitucionais e fortalecendo instituições que atuam diretamente na defesa da população mais vulnerável”, afirmou o ministro.

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Na sequência, a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho, ressaltou que a premiação representa uma estratégia de valorização institucional e de estímulo à replicação de boas práticas.

“Esse prêmio nasce com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade às boas práticas desenvolvidas pelas Defensorias em todo o País. Valorizar essas iniciativas é fortalecer e reafirmar o papel essencial da Defensoria Pública na garantia de direitos. Agradeço a presença e o compromisso das defensoras e defensores públicos que constroem essa política pública todos os dias”, enfatizou.

A presidente do Condege, Maria Luziane, explicou a dimensão do trabalho prestado pelas Defensorias em todo o Brasil. Segundo ela, mesmo presentes atualmente em cerca de 51% das comarcas brasileiras, as Defensorias realizaram 29,5 milhões de atendimentos em 2024.

O prêmio tem como objetivo reconhecer, valorizar e dar visibilidade a iniciativas que contribuam para a ampliação do acesso a direitos, para a redução de desigualdades e para o fortalecimento da cidadania. As experiências selecionadas poderão compor uma coletânea de boas práticas que será publicada pela Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), estimulando a replicação de projetos bem-sucedidos em outras Unidades da Federação.

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Inscrições e cronograma

O edital prevê a premiação de sete iniciativas, uma em cada eixo temático, com reconhecimento às propostas que apresentarem maior relevância social, impacto institucional, inovação e potencial de replicabilidade.

Cada Defensoria Pública poderá inscrever até três iniciativas. As propostas deverão estar em execução e apresentar resultados comprováveis.

As ações poderão ser inscritas nos seguintes eixos temáticos:
* Justiça Criminal e Sistema Prisional;
* Enfrentamento às Desigualdades Estruturais;
* Inovação e Tecnologia para a Ampliação do Acesso à Justiça;
* Justiça Socioambiental, Povos e Comunidades Tradicionais;
* Justiça Racial;
* Enfrentamento à Violência e Direitos das Mulheres;
* Iniciativas das Ouvidorias Externas.

As Defensorias vencedoras receberão premiação no valor de R$ 120 mil por iniciativa, totalizando R$ 840 mil em recursos destinados ao reconhecimento das boas práticas.

Os projetos poderão ser submetidos entre os dias 5 de março e 24 de abril, exclusivamente pela internet, conforme orientações previstas no edital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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