Brasil
ICMBio apresenta informações atualizadas sobre Operação Pasto Nullus em entrevista coletiva
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), realiza, nesta sexta-feira (19/6), às 17h (horário de Brasília), entrevista coletiva virtual para apresentar informações atualizadas sobre a Operação Pasto Nullus, ação de fiscalização voltada ao combate à pecuária ilegal na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará.
A operação integra o conjunto de medidas permanentes do Estado brasileiro para prevenção e controle do desmatamento e de crimes ambientais na região amazônica, com foco na retirada de rebanhos mantidos irregularmente em áreas embargadas, além de ações de enfrentamento a outras atividades ilícitas, como garimpo ilegal. A iniciativa reforça a proteção de áreas públicas destinadas à conservação integral da floresta, da biodiversidade e dos recursos hídricos.
A atuação do ICMBio ocorre em articulação com órgãos federais e estaduais e segue critérios técnicos, jurídicos e de segurança, em contexto de alta complexidade operacional na Amazônia.
Participam:
– Presidente do ICMBio, Mauro Pires;
– Gerente regional norte do ICMBio, Carla Lessa;
– Coordenador da operação, Lincoln Michalski.
A coletiva será transmitida por meio deste link.
SERVIÇO:
ICMBio apresenta informações atualizadas sobre Operação Pasto Nullus em entrevista coletiva
🗓️ Data: 19 de junho de 2026, sexta-feira
⏰ Horário: 17h (horário de Brasília)
💻 Transmissão online pelo link
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA
Brasil
Fórum de Doenças Negligenciadas debate participação social e políticas públicas
O 2º Fórum de Doenças Negligenciadas reuniu, neste sábado (15) em Brasília, representantes de instituições públicas, movimentos sociais, entidades da área da saúde e pessoas afetadas por doenças infecciosas e negligenciadas. O encontro integrou a programação de pré-evento do MEDTROP 2026, congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), e discutiu a participação social na formulação e no acompanhamento de políticas públicas referentes a doenças negligenciadas ou determinadas socialmente (que afetam principalmente pessoas em maior vulnerabilidade social), como tuberculose, malária, doença de Chagas etc.
A programação abordou os espaços de participação social, a atuação de lideranças e movimentos organizados e os caminhos para transformar demandas coletivas em propostas e encaminhamentos institucionais. Com o tema “Nada sobre nós sem nós: como lideranças transformam demandas sociais em políticas públicas”, uma das mesas discutiu a participação das pessoas afetadas por doenças negligenciadas na definição de prioridades e na construção de respostas institucionais.
Durante a mesa, Draurio Barreira, coordenador-executivo do programa Brasil Saudável e diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs do Ministério da Saúde, destacou que existem ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento para diferentes doenças, mas que persistem desigualdades no acesso aos serviços e tecnologias de saúde.
“Não adianta ter tecnologia, diagnóstico e tratamento se eles não chegam a quem precisa. Temos ferramentas para avançar na eliminação dessas doenças, mas ainda precisamos superar as desigualdades para que elas cheguem a todas as pessoas”, afirmou.
Articulação
Gustavo Homero, médico infectologista e presidente da SBMT, ressaltou a importância da aproximação entre os diferentes segmentos envolvidos na resposta aos problemas de saúde. “São nesses espaços que garantimos a participação efetiva da sociedade nas decisões que afetam a comunidade e ajudamos a melhorar a saúde pública”, pontuou.
Draurio Barreira também destacou a importância da participação social na identificação de barreiras e na construção de respostas para as doenças negligenciadas.
“Temos conhecimento, temos tecnologias e temos uma sociedade civil organizada e participativa. O desafio é fazer com que esses recursos cheguem a todas as pessoas. A participação social é fundamental para identificar as barreiras e ajudar a construir caminhos para superá-las”, concluiu.
O evento contou com representantes da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), do Ministério da Saúde, do Programa Brasil Saudável, do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (CONASS), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Comitê Técnico Interinstitucional Uma Só Saúde, do Fórum Social Brasileiro de Enfrentamento das Doenças Infecciosas e Negligenciadas e do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas (MNDN).
O Fórum antecedeu a programação principal do MEDTROP 2026, que acontece de 16 a 19 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, reunindo um público de cerca de 4000 pessoas.
João Moraes
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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