Agro
Preços de combustíveis nas rodovias em janeiro: Fernão Dias tem diesel e gasolina mais baratos, BR-101 registra os valores mais altos
Fernão Dias se destaca com diesel comum e gasolina mais competitivos
O cenário de preços dos combustíveis nas principais rodovias do Brasil — Fernão Dias, Régis Bittencourt, Presidente Dutra e BR-101 — apresentou alta generalizada em janeiro, com algumas exceções pontuais, segundo o mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).
A Rodovia Fernão Dias manteve-se como a opção mais vantajosa para quem abastece com diesel comum, comercializado por R$5,96, representando um aumento de 0,68% em relação a dezembro.
Para os veículos leves, Fernão Dias e Presidente Dutra registraram a gasolina mais barata, com preço médio de R$6,36, após altas de 1,92% e 2,42%, respectivamente, na comparação mensal.
Régis Bittencourt lidera etanol e diesel S-10 mais baratos
O etanol com preço mais acessível foi encontrado na Régis Bittencourt, com média de R$4,60, alta de 1,77% em relação ao mês anterior.
Na mesma rodovia, o diesel S-10 registrou o valor mais baixo entre as vias analisadas, R$6,03, uma redução de 0,33% em comparação a dezembro.
BR-101 mantém os combustíveis mais caros do país
Em contraste, a BR-101 permaneceu em janeiro como a rodovia com os preços médios mais elevados para todos os combustíveis.
- O etanol teve a maior alta, chegando a R$5,08 (+4,96%).
- A gasolina avançou 2,19%, com média de R$6,54.
- O diesel comum subiu 1,30%, vendido a R$6,23.
- O diesel S-10 aumentou 0,79%, alcançando R$6,34.
Diferenças de preços refletem logística e concorrência
Segundo Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, “o avanço dos preços nas rodovias em janeiro reflete maior pressão de custos e demanda, especialmente em corredores logísticos de grande circulação. Ainda assim, existem diferenças importantes entre as vias, influenciadas por concorrência entre postos, logística regional e perfil de consumo. Esses fatores explicam por que algumas rodovias conseguem manter preços relativamente competitivos, enquanto outras seguem operando com valores mais elevados”.
Resumo:
- Fernão Dias: diesel comum mais barato (R$5,96) e gasolina competitiva (R$6,36)
- Régis Bittencourt: etanol mais acessível (R$4,60) e diesel S-10 mais barato (R$6,03)
- BR-101: preços mais altos para todos os combustíveis, com etanol a R$5,08 e gasolina a R$6,54
- Fatores determinantes: logística regional, concorrência entre postos e perfil de consumo
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Produção de café do Brasil pode atingir recorde de 75,65 milhões de sacas na safra 2026/27
A produção brasileira de café para a safra 2026/27 foi revisada para cima pela consultoria Safras & Mercado, que passou a estimar um volume recorde de 75,65 milhões de sacas de 60 kg. A projeção anterior era de 71 milhões de sacas.
O novo número representa um crescimento de 17% em relação à temporada passada, consolidando uma expectativa positiva para o setor cafeeiro nacional.
Condições climáticas favoráveis impulsionam produtividade das lavouras
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Gil Barabach, o bom desempenho das lavouras está diretamente ligado às condições climáticas observadas nos primeiros meses do ano.
Segundo ele, o regime de chuvas adequado e temperaturas mais amenas favoreceram o desenvolvimento das plantas, resultando em maior carga produtiva.
“Chuvas em bom volume e temperaturas mais amenas garantiram bom desenvolvimento das plantas, o que acabou se refletindo em uma carga produtiva mais elevada”, destaca o analista.
Esse cenário também confirmou as boas expectativas geradas durante o período de florada, reforçando o otimismo do mercado e justificando a revisão positiva da safra.
Café arábica lidera crescimento e se destaca na produção nacional
O principal destaque da revisão é o café arábica, cuja produção está estimada em 49,95 milhões de sacas, ante 46,70 milhões projetados anteriormente.
Esse volume representa um avanço de 29% em relação à temporada passada, que foi fortemente impactada pela seca registrada em 2024.
Produção de conilon apresenta leve recuo, mas supera projeções iniciais
Já a produção de café conilon/robusta está estimada em 25,70 milhões de sacas na safra 2026/27, o que representa uma leve queda de 1,2% em relação ao ciclo anterior.
Apesar do recuo, o desempenho foi melhor do que o inicialmente projetado, que indicava queda de 6%. O resultado foi sustentado pelo crescimento da produção em Rondônia e por um desempenho acima do esperado no Espírito Santo.
Exportações de café recuam em março, com queda em volume e receita
No comércio exterior, o Brasil exportou 3,040 milhões de sacas de café em março, gerando uma receita cambial de US$ 1,125 bilhão, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Na comparação com o mesmo mês de 2025, houve queda de 7,8% no volume embarcado e retração de 15,1% na receita.
Embarques acumulados também apresentam queda no ano-safra
No acumulado dos nove primeiros meses do ano-safra 2025/2026, as exportações brasileiras somaram 29,093 milhões de sacas, volume 21,2% inferior ao registrado no mesmo período anterior.
Apesar da redução no volume, a receita cambial alcançou US$ 11,431 bilhões, alta de 2,9% na comparação com o mesmo intervalo do ciclo anterior, refletindo preços mais elevados no mercado internacional.
Desempenho no primeiro trimestre confirma retração nas exportações
No primeiro trimestre deste ano, os embarques brasileiros totalizaram 8,465 milhões de sacas, uma queda de 21,2% frente às 10,739 milhões exportadas no mesmo período do ano passado.
A receita cambial no período foi de US$ 3,371 bilhões, recuo de 13,6% em relação aos US$ 3,901 bilhões registrados nos três primeiros meses de 2025.
Mercado acompanha safra recorde e ritmo mais lento das exportações
O cenário atual do café brasileiro combina expectativas de safra recorde, impulsionada por condições climáticas favoráveis, com um ritmo mais lento nas exportações, influenciado por fatores de mercado e logística.
A combinação desses elementos deve seguir no radar dos agentes do setor ao longo dos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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