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Preços da mandioca sobem com oferta limitada, enquanto derivados apresentam dinâmica mista, aponta Cepea

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Apesar das chuvas em grande parte das regiões produtoras, a oferta de mandioca de 1º ciclo permaneceu limitada na última semana, de acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP).

Muitos produtores que ainda possuem raízes avaliaram a rentabilidade da matéria-prima como comprometida, refletindo na manutenção do ritmo de alta nos preços.

A tonelada de mandioca posta fecularia registrou R$ 569,56, equivalente a R$ 0,9905 por grama de amido, representando 1% de aumento em relação à semana anterior e 5% no acumulado das últimas quatro semanas. No entanto, em termos reais, deflacionados pelo IGP-DI, o valor apresenta queda de 11,3% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Mercado de derivados segue movimentado, mas com volumes menores

Entre os produtos derivados da mandioca, o mercado de fécula continuou ativo, embora com redução no volume de negócios efetivos, conforme o Cepea.

Já no segmento da farinha, compradores reduziram a atividade após reposicionamento de estoques, resultando em queda na quantidade comercializada para atacadistas e varejistas.

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Perspectiva de mercado

A combinação de oferta restrita de raízes e demanda cautelosa nos derivados mantém os preços pressionados para cima, destacando a necessidade de acompanhamento próximo da dinâmica do setor, especialmente em regiões afetadas pelas chuvas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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