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Portos do Paraná orienta servidores sobre separação de resíduos e trânsito seguro

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O mês de agosto é dedicado à conscientização sobre o funcionamento do teste com o etilômetro e também sobre a forma adequada de separação dos resíduos produzidos nas dependências da Portos do Paraná, de uma maneira lúdica e informativa. Um jogo de dados ajuda empregados de todos os setores a concorrerem a brindes simbólicos e ainda aprender ou relembrar assuntos relacionados aos temas abordados.

Todos os meses a Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho faz campanhas para tornar o ambiente mais seguro e agradável.

“O objetivo das campanhas é levar uma informação de qualidade, objetiva e de fácil entendimento. Além do nosso cronograma de temas fixos, sempre fazemos novas inserções com base nos índices dos desvios que mais acontecem em nossas áreas, de forma a trabalhar o comportamento preventivo dos nossos funcionários, bem como de todos os usuários dos portos” diz Jamile Marçal, técnica de segurança do trabalho da Portos do Paraná.

De acordo com a técnica em Segurança do Trabalho, Vivian Alves, as abordagens são feitas em dois formatos: com os públicos interno (funcionários e prestadores de serviço da Portos do Paraná) e externo (usuários dos portos).

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“Junto ao público interno, procuramos orientar principalmente os setores administrativos sobre a possibilidade do teste com etilômetro (bafômetro) ao acessar a faixa portuária, já que todos os empregados da Portos do Paraná estão propensos a participar do teste com etilômetro. Fizemos uma dinâmica com alguns setores da empresa no intuito de divulgar o procedimento operacional sobre este tema”, explica.

As abordagens com os usuários são feitas ao longo do mês de agosto, através dos diálogos de segurança, com entrega de material informativo e discussões sobre os detalhes do teste. Normalmente, os testes são feitos na entrada do Palácio Dom Pedro II ou em blitz na faixa portuária. “Nossas divulgações envolvem dinâmicas que facilitam o entendimento do procedimento PO-023, que está publicado no site da Portos do Paraná”, destaca.

O coordenador de Patrimônio e Seguros, Marcel de Oliveira Miranda, elogiou a forma proposta da atividade. “De uma forma lúdica, todos acabam aprendendo o que realmente importa, que é a atenção no trabalho. É muito importante todos estarem conscientes sobre o teste. Foi descontraído, ajuda na integração da equipe e espero que haja mais atividades como essa em todos os setores do Porto”, diz.

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RESÍDUOS – Todos também puderam aprender um pouco mais sobre a separação adequada dos resíduos produzidos no ambiente de trabalho. “Todos os setores possuem ilhas com contentores de resíduos recicláveis e não recicláveis, nos quais são feitas auditorias identificando a segregação desse material”, aponta Bruna Miranda, analista ambiental.

Ela aproveita os encontros para avisar a todos que descartar corretamente os resíduos também é um ato de solidariedade. “A dinâmica tira dúvidas quanto ao material que é gerado diariamente tanto no serviço quanto em casa, para que todos possam descartar no contentor adequado, lembrando que nossos resíduos recicláveis vão para uma associação que hoje favorece cerca de 20 famílias”, afirma.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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