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Portos do Paraná mostra ações de sustentabilidade na Semana do Meio Ambiente de Paranaguá

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A empresa pública Portos do Paraná participa da 16ª Semana do Meio Ambiente, organizada pela Prefeitura de Paranaguá, na Arena Albertina Salmon. Com 42 estandes de 27 expositores públicos e privados e atrações para todas as idades, o evento tem como tema nesta edição “Pequenas atitudes podem mudar o mundo”. As atividades seguem até sexta-feira (16).

Participam do estande da Portos do Paraná empresas terceirizadas que prestam serviços ambientais à empresa pública. A Ecotec, que trabalha o Programa de Recuperação de Áreas de Proteção Permanente Degradadas (PRAD), em Antonina, mostra maquetes que simulam a diferença entre um solo com erosão e outro com recuperação ambiental carreiam sedimentos de forma diferente. A empresa também está promovendo distribuição de diversas mudas de plantas nativas.

Os impressos com orientações ambientais e jogos pedagógicos que ajudam a Portos do Paraná a ensinar e divertir as crianças são da CIA Ambiental. Já a DTA Engenharia, responsável pela dragagem do canal do Porto de Paranaguá e Antonina e suas compensações ambientais, está no evento com diversos modelos de composteiras. A empresa também apresenta seu trabalho de compostagem desenvolvido junto a moradores e escolas na Ilha do Mel.

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Professores e alunos da Universidade Federal do Paraná mostram modelos de biodigestores comunitários artesanais, que através de parceria com a Portos do Paraná foram implantados na comunidade de Eufrasina.

Jaqueline Dittrich, bióloga da Portos do Paraná, conta que é tradição participar da Semana do Meio Ambiente. “Sempre marcamos presença. Neste evento conseguimos uma interface com a comunidade em geral, que vem conhecer um pouco mais dos programas ambientais da Portos do Paraná”, disse.

Segundo o vice-prefeito de Paranaguá, José Carlos Borba, a semana é dedicada à conscientização e preservação do meio ambiente. “Precisamos valorizar essas ações para termos um futuro melhor. Também é uma oportunidade importante para conhecer os trabalhos que as empresas fazem neste segmento”, afirmou.

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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