Brasil
Porto sem Papel já evitou o corte de 30 mil árvores e a emissão de 72 mil toneladas de CO₂
O Programa Porto sem Papel (PSP), iniciativa do Governo Federal coordenada pelo Ministério de Portos e Aeroportos, já acumula resultados expressivos no campo da sustentabilidade. Desde a sua criação, a digitalização dos processos portuários permitiu evitar o uso de aproximadamente 342,8 milhões de folhas de papel, o que equivale a 1.579 toneladas. O impacto representa a preservação estimada de 30,6 mil eucaliptos, reforçando o compromisso do setor portuário brasileiro com práticas mais sustentáveis.
Criado para reduzir a burocracia nos portos, o Porto sem Papel unifica em uma plataforma digital única todas as informações necessárias para a atracação e operação das embarcações. Antes, a rotina exigia a entrega de diversos formulários físicos a diferentes órgãos anuentes. Hoje, com a centralização dos dados, armadores e agentes de navegação podem iniciar o preenchimento do Documento Único Virtual (DUV) ainda durante a viagem do navio, antes da atracação. Esse procedimento garante maior previsibilidade, acelera a liberação e reduz o tempo de permanência das embarcações nos portos.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o Porto sem Papel é um marco na modernização do setor portuário e destacou que a digitalização dos processos traz ganhos de eficiência ao mesmo tempo em que reforça o compromisso do Brasil com a sustentabilidade. “Estamos mostrando que é possível modernizar o setor, reduzir burocracia e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação do meio ambiente”, disse.
Essa agilidade tem reflexos diretos na sustentabilidade: além da expressiva economia de papel, a digitalização também contribui para a diminuição do tempo de espera dos navios, o que impacta na redução do consumo de combustível e das emissões de gases do efeito estufa. Entre 2013 e 2024, o sistema evitou a liberação de cerca de 72 mil toneladas de CO₂ na atmosfera, resultado da maior eficiência operacional.
Para Antonio Teixeira, gerente de operações do GAC, empresa internacional de logística marítima com atuação no Brasil, o programa mudou a lógica de trabalho no setor. Segundo ele, hoje é possível preencher até 90% da documentação antes mesmo da chegada da embarcação, o que reduz o tempo de liberação de quatro ou cinco horas para até duas horas em alguns casos. “O Porto sem Papel é uma ferramenta absurdamente benéfica. Só vem melhorando e se consolidando como uma das melhores mudanças do setor nos últimos anos”, afirmou.
Ele destaca ainda que os benefícios vão além do aspecto ambiental. “Antes era preciso imprimir pilhas de papel e se deslocar até os órgãos. Hoje, tudo pode ser feito do escritório ou até em home office, algo impensável antes. Isso reduz deslocamentos, custos e até o estresse do trabalho”, acrescentou.
Na avaliação de Teixeira, o Porto sem Papel se tornou também sinônimo de qualidade de trabalho e de vida, além de ampliar a eficiência para quem utiliza corretamente o sistema.
Com resultados crescentes, a iniciativa se consolida como um dos principais marcos da modernização do sistema portuário brasileiro, alinhando competitividade com responsabilidade socioambiental.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
Brasil
Ministério da Saúde e fãs da banda BTS se unem para incentivar a doação de sangue
Uma rede de fãs do grupo sul-coreano BTS está transformando admiração pela banda em solidariedade. Neste sábado (13), a organização Army Help The Planet promove a quarta edição da campanha Blood To Save, iniciativa que incentiva a doação de sangue em diferentes regiões do Brasil em alusão ao aniversário do grupo coreano, celebrado em 13 de junho, e ao Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado em 14 de junho.
A mobilização conta com apoio do Ministério da Saúde e terá sua principal ativação no Posto Clínicas da Fundação Pró-Sangue, localizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. Fãs da banda também organizam ações locais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Amazonas e Santa Catarina.
“Ficamos muito felizes em apoiar uma iniciativa que mobiliza tantas pessoas em torno da doação de sangue. Parcerias como essa nos ajudam a levar informações de saúde para novos públicos e a reforçar a importância de um gesto simples que pode salvar vidas. Quanto mais pessoas forem alcançadas por essa mensagem, maior será o impacto para quem depende das doações”, afirma a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad.
“Queríamos que a Blood To Save chegasse ao maior número de pessoas possível. A campanha nasceu para unir a mensagem positiva do BTS a um gesto de solidariedade que salva vidas. Com o apoio do Ministério da Saúde, acreditamos que essa mobilização pode alcançar ainda mais pessoas e incentivar novos doadores em todo o país”, afirma Mariana Faciroli, codiretora da Army Help The Planet. A parceria entre o Ministério da Saúde e a Army Help The Planet começou após a repercussão de uma publicação nas redes sociais do órgão, divulgada em abril deste ano. O conteúdo relacionava músicas do BTS a ações do programa Agora Tem Especialistas e alcançou mais de 1,3 milhão de visualizações e 116 mil curtidas, ampliando o diálogo com a comunidade de fãs no ambiente digital.
Mobilização do fã clube
A partir dessa aproximação, surgiu a proposta de somar esforços à campanha Blood To Save, criada em 2023 pela Army Help The Planet para incentivar a doação regular de sangue. A iniciativa busca mobilizar doadores frequentes e estimular pessoas que nunca doaram a procurar um hemocentro pela primeira vez.
A Army Help The Planet é uma organização criada em 2019 por fãs brasileiros do BTS. Ao longo dos anos, o grupo consolidou-se como uma das principais iniciativas de impacto social lideradas por admiradores da banda sul-coreana no Brasil, com projetos ambientais, campanhas de arrecadação de recursos, ações de combate à fome, iniciativas de cidadania e atividades voltadas à promoção da saúde.
Quem pode doar
A doação de sangue é fundamental para manter os estoques em níveis seguros e garantir o atendimento de pacientes que necessitam de transfusões em tratamentos, cirurgias, emergências e outras condições de saúde.
Para ser um doador de sangue é preciso:
- Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem ter autorização dos responsáveis)
- Apresentar documento de identificação com foto;
- Pesar no mínimo 50 kg;
- Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;
- Estar alimentado (é necessário evitar alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação de sangue).
Acesse a página de doação de sangue
Camila Marques
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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