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Porto de Paranaguá sedia curso nacional de supervisor de segurança portuária

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O Porto de Paranaguá é sede da 22ª edição do Curso Especial de Supervisor de Segurança Portuária, promovido pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos). A formação reúne 132 profissionais de todo o Brasil. Com atividades práticas e teóricas, eles serão responsáveis pela proteção contra riscos e ameaças que possam prejudicar o comércio portuário. As aulas começaram nesta segunda-feira (28) e vão até sexta (1º).

“O supervisor de segurança portuária é um profissional fundamental para esse setor. Baseado na prevenção, e com uso de recursos próprios da empresa ou instituição, ele tem função híbrida. É um ente vinculado a uma instalação portuária pública ou privada, mas com um conjunto de responsabilidades”, explica Marcelo João da Silva, presidente da Conportos.

De acordo com ele, os profissionais receberão treinamento baseado no Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, na sigla em inglês). “Vamos abordar questões relacionadas às diretrizes da norma internacional de segurança para controle de acessos e monitoramento, um tratado do qual o Brasil é signatário e que prevê a certificação das instalações portuárias para que elas estejam devidamente autorizadas a participar do comércio marítimo internacional”, informa.

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Pela importância do curso, a Portos do Paraná se prontificou em recepcionar os alunos. “É uma satisfação e mostra que o trabalho desenvolvido no Estado vem sendo reconhecido e corresponde a prêmios e resultados que a empresa vem alcançando, além de estarmos em dia com nossas obrigações junto da Conportos”, destaca o secretário-geral da presidência da empresa pública, engenheiro Felipe Gama.

Toda a organização do curso é realizada pela Unidade Administrativa de Segurança Portuária/Guarda Portuária, com o apoio da comunidade portuária. “Quando participei do curso em 2019, propusemos esse evento para Paranaguá porque já era um anseio da comunidade e um evento inédito na cidade”, disse Cesar Kamakawa, gerente da UASP.

Segundo ele, a realização do curso em Paranaguá conta com apoio da Associação dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá, Cattalini, Coamo, TCP e DVS Segurança.

Até sexta-feira, todos os alunos receberão treinamento teóricos na Isulpar e também participarão de visitas técnicas em terminais do Porto de Paranaguá.

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Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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