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IAT coordena reuniões de dois Comitês de Bacias Hidrográficas nesta semana

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Dois comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná voltam a se reunir nesta semana, dentro do plano de ação da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT). Na terça-feira (30), às 9h30, ocorre a 23ª Reunião Ordinária da Bacias do Rio Cinzas, Itararé, Paranapanema 1 e 2 – CBH Norte Pioneiro. Na sexta-feira (2), 9 horas, acontece a 33ª Reunião Ordinária do Comitê de Bacia do Paraná 3. Haverá transmissão ao vivo pelo YouTube Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná e Paraná 3. 

O IAT é o órgão executivo gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos e desempenha o papel de agência de água dentro dos comitês, fornecendo apoio técnico e financeiro, além de atuar na secretaria executiva deles. Os grupos têm poder normativo, deliberativo e consultivo e são compostos por representantes do poder público, usuários da água e sociedade civil.

Os comitês reforçam a importância da participação das comunidades das microrregiões envolvidas para fortalecer os processos de construção de parcerias e as tomadas de decisões relacionadas ao uso dos recursos hídricos. Na plenária da Bacias do Rio Cinzas, Itararé, Paranapanema 1 e 2 – CBH Norte Pioneiro será apresentada a revisão do regimento interno do Comitê e o início da discussão para criação de um grupo de trabalho específico para a Unidade Especial de Gestão do Rio Cinzas.

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Já a pauta da reunião que envolve as Bacias Hidrográficas Paraná 3 contempla a aprovação da minuta de Ata da 32ª Reunião Ordinária, a apreciação do Parecer Técnico nº 02/2022 da câmara técnica – CTPLAN – CBH Paraná 3 e a apresentação da logomarca do Comitê.

Os comitês são responsáveis pela gestão das políticas públicas referentes aos usos dos recursos hídricos, a fim de garantir água em quantidade e qualidade para a população, além de preservar seu entorno e a biodiversidade.

Fonte: Governo PR

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Selo Clima Paraná 2026 abre inscrições e reforça agenda climática no Estado

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) abriu nesta quarta-feira (3) as inscrições para o Selo Clima Paraná 2026. O programa reconhece organizações públicas, privadas e municípios que adotam medidas para registro de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e promovem ações ligadas à sustentabilidade e à gestão climática.

Criado em 2015, o Selo Clima Paraná consolidou-se como uma das principais iniciativas estaduais de incentivo à gestão das emissões e ao fortalecimento das políticas climáticas. O programa integra o Registro Público Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa e estimula a elaboração de inventários, o estabelecimento de metas de redução e a implementação de boas práticas ambientais.

A edição de 2026 chega com adequações técnicas voltadas ao aperfeiçoamento do sistema de avaliação e ao alinhamento com referências reconhecidas de monitoramento climático. Entre as principais mudanças está a atualização das planilhas de registro para o aperfeiçoamento aos novos parâmetros do GHG Protocol 2026, metodologia utilizada para contabilização e gestão das emissões de gases de efeito estufa. A medida amplia a precisão dos inventários e reforça a conformidade com os padrões adotados.

O programa também promoveu ajustes nos critérios de pontuação utilizados para certificação. As alterações envolvem a definição de metas climáticas, a comprovação de ações ESG (Ambiental, Social e Governança) e a modernização dos mecanismos de reconhecimento das boas práticas ambientais.

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“É com muita alegria que anunciamos o início das inscrições para o Selo Clima Paraná 2026. Nossa equipe técnica realizou todos os ajustes e atualizações necessários para este novo ciclo e aguardamos a participação das instituições públicas, privadas e dos municípios de todo o Paraná”, afirma a coordenadora de Ação Climática e Relações Internacionais da Sedest, Walquíria Biscaia.

Segundo ela, o programa vai além do reconhecimento institucional. “O Selo Clima Paraná é uma política pública voltada ao registro das emissões de gases de efeito estufa e reconhece as ações de enfrentamento às mudanças climáticas implementadas no Paraná pelos diferentes setores. Nos últimos anos observamos um crescimento expressivo dessa participação voluntária e esperamos ampliar ainda mais esse engajamento em 2026”, destaca.

O formato das categorias permanece o mesmo adotado na edição anterior. As organizações privadas e os órgãos públicos podem participar nas categorias A, B, C e D. Os municípios concorrem por meio da categoria Cidades.

SELO CLIMA CIDADES A modalidade voltada aos municípios também passou por reformulações. Os eixos temáticos do Selo Clima Cidades 2026 foram revisados para tornar os questionários mais objetivos, claros e eficientes, facilitando a participação das administrações municipais e aprimorando a avaliação das ações desenvolvidas pelas cidades.

A expectativa é ampliar o engajamento dos municípios na construção de estratégias dirigidas tanto à mitigação das emissões quanto à adaptação às mudanças climáticas.

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EXPANSÃO – Os números recentes demonstram o fortalecimento do programa. Em 2025, o Selo Clima Paraná registrou 313 inscrições, crescimento de aproximadamente 70% em relação ao ciclo anterior e o maior número de participantes da história do programa.

Ao final do processo, 308 organizações e municípios receberam certificação, consolidando a iniciativa como uma das principais ferramentas estaduais de reconhecimento às ações dedicadas à sustentabilidade, transparência climática e gestão das emissões.

O avanço acompanha o aumento do interesse de empresas, órgãos públicos e municípios pela agenda climática, em um cenário de crescente atenção aos impactos das mudanças do clima sobre a economia, a infraestrutura e os serviços públicos.

COMO PARTICIPAR Todo o processo ocorre de modo digital por meio do portal da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável. Os interessados devem acessar a página oficial do programa, consultar os Termos de Referência da modalidade correspondente, baixar os formulários e as novas planilhas de registro e realizar o preenchimento conforme as orientações técnicas estabelecidas pela Sedest.

A secretaria alerta que somente serão aceitos inventários elaborados nos modelos atualizados para 2026. Documentos preenchidos em versões anteriores não serão validados em razão das alterações implementadas no GHG Protocol.

Fonte: Governo PR

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