Paraná
População pode acompanhar reunião do CBH Piraponema na quinta-feira
O Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Pirapó e Paranapanema 3 e 4 – CBH Piraponema organiza nesta quinta-feira (28) a 40ª Reunião Ordinária, de forma remota, a partir das 14 horas. O encontro ocorrerá pela plataforma o Zoom, para os representantes do comitê, mas com transmissão simultânea pelo canal do YouTube Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná para o público em geral. A Bacia do Piraponema abrange 56 municípios, entre as regiões Norte e Noroeste do Paraná.
Durante a plenária virtual haverá a apresentação da versão final da revisão do regimento interno do colegiado, realizado pelo por um grupo de trabalho específico designado em conjunto pela Câmara Técnica dos Instrumentos de Gestão.
Outro ponto a ser debatido é o pedido formalizado ao comitê para reavaliação do enquadramento de um trecho do Rio Bandeirantes do Norte, que nasce em Arapongas e é o principal contribuinte da Bacia Hidrográfica do Rio Pirapó, que recebe águas de mais de 120 afluentes.
As reuniões estão previstas no plano de trabalho da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão executivo gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, que desempenha o papel de agência de água dentro dos comitês com o apoio técnico e financeiro, além de atuar na secretaria-executiva.
Os grupos têm poder normativo, deliberativo e consultivo e são compostos por representantes usuários da água, da sociedade civil e do Poder Público.
COMITÊS – Os comitês são órgãos colegiados instituídos pelo Decreto Estadual nº 8.859, de 4 de setembro de 2013. Eles possuem atribuições normativas, deliberativas e consultivas e são vinculados ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH/PR).
O Paraná tem 11 Comitês de Bacias Hidrográficas. A finalidade é contribuir para a aplicação da Política Estadual de Recursos Hídricos na sua área de atuação e garantir o controle social da Gestão dos Recursos Hídricos, conforme estabelecido pela Lei Estadual nº 12.726/1999 e Decreto Estadual nº 9130/2010.
A gestão eficiente dos recursos hídricos na região extensa do Baixo Ivaí e Paraná 1 é considerada de grande importância. Para isso, o Comitê é constituído por representantes do Poder Público, sociedade civil e usuários de água, com o propósito de promover a gestão das políticas públicas relacionadas ao uso dos recursos hídricos.
A transmissão online das reuniões dá oportunidade ao envolvimento e compreensão da sociedade acerca das decisões sobre os usos da água nas bacias hidrográficas do Paraná, o que garante tanto quantidade como qualidade hídrica para a população.
Serviço:
Reunião do Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Pirapó e Paranapanema 3 e 4 – CBH Piraponema
Data: 28/09, quinta-feira
Horário: 14h
Link do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=-7AwULTe14E
Fonte: Governo PR
Paraná
MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.
A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.
A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.
Como funciona
De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação.
Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.
A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.
Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.
Articulação da rede
Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.
Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.
O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.
A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.
Fonte: Ministério Público PR
-
Política Nacional7 dias agoImportância do direito tributário é destacada em sessão especial
-
Esportes4 dias agoBrasileirão: 28ª rodada tem líder em campo e clássicos na briga pelo topo
-
Entretenimento7 dias agoAna Hickmann se emociona ao falar da realização de casamento com Edu Guedes
-
Paraná6 dias agoTribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019
-
Política Nacional6 dias agoLei proíbe prisão de candidatos e eleitores durante período de votação
-
Brasil7 dias agoPesquisa aponta que FIESMED reduz rotatividade de médicos e fortalece a atenção básica no SUS
-
Educação6 dias agoEdital cria rede nacional de pesquisa em Educação Especial Inclusiva
-
Brasil7 dias agoWorkshop discute adequação do Brasil ao Acordo sobre Subsídios à Pesca da OMC
