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Polícia Militar e Polícia Federal apreendem 2,2 toneladas de maconha em Cascavel

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Uma operação conjunta entre a Polícia Militar do Paraná (PMPR), o Serviço de Inteligência do Centro Integrado de Operações de Fronteira (CIOF) e a Polícia Federal resultou em uma apreensão de 2,2 toneladas de maconha no bairro Parque São Paulo, em Cascavel, nesta segunda-feira (22). O local vinha sendo monitorado após ações de inteligência, indicando atividades suspeitas no endereço.

Ao chegarem no barracão, os policiais se depararam com um acesso destrancado. As equipes entraram no barracão e encontraram duas camionetes, uma Toyota Hilux SW4 de cor escura e outra Toyota Hilux de cor branca. O veículo de cor escura havia sido furtado em maio em Maringá. Já a Toyota Hilux de cor branca tinha placas que não correspondiam com o chassi do veículo.

As duas camionetes estavam carregadas com grande fardos de maconha. Além disso, as duas estavam equipadas com rádios comunicadores sintonizados na mesma frequência, indicando uma comunicação coordenada entre os traficantes.

Uma equipe do Pelotão de Operações com Cães do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) ajudou e teve papel crucial na apreensão, com a ação do cão de faro Jhony, que ajudou a vistoriar o espaço. Tanto a droga quanto os veículos apreendidos foram entregues à Polícia Federal em Cascavel, que agora dará continuidade às investigações.

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AÇÃO EM GUAÍRA – Em outra ação nesta segunda-feira (22), a PMPR e a Polícia Federal interceptaram uma carga de contrabando na cidade de Guaíra, também no Oeste. Os policiais abordaram um caminhão e apreenderam uma quantidade significativa de eletrônicos de origem estrangeira. A carga está estimada em mais de R$ 1,5 milhão. A eficácia da ação resultou na prisão do motorista, um homem de 48 anos, que foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra-PR para os procedimentos legais.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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