Paraná
Estradas rurais da Região Metropolitana de Curitiba terão investimento de R$ 10,6 milhões
O Governo do Estado autorizou a contratação, por parte do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), dos serviços de conservação de 63,97 quilômetros de rodovias estaduais não pavimentadas da Região Metropolitana de Curitiba. O investimento é de R$ 10.699.999,92. São trechos da PR-090, PR-510, PR-511 e PR-512, atendendo os municípios de Balsa Nova, Campo Largo, Contenda, Quitandinha e da Lapa, um benefício para mais de 235 mil habitantes da região.
A empresa Hellman Construtora de Obras Ltda. será a executora, já tendo recebido a Ordem de Serviço da obra para esta semana. Neste primeiro momento ela deverá providenciar a instalação de canteiro de obras e a mobilização de pessoal, equipamentos e insumos, com alguns serviços iniciais já sendo programados para as próximas semanas, nos trechos mais críticos.
O contrato tem duração de 730 dias, devendo ser concluído em junho de 2025. Ele prevê serviços rotineiros de regularização de leito das rodovias por patrola; escarificação, conformação e compactação do subleito das rodovias; cascalhamento; preenchimento de local rebaixado com rachão; escavação de valas e execução de bueiros tubulares de concreto; escavação de saídas de água, de valas laterais e de caixas de retenção; limpeza e desobstrução de bueiros existentes, entre outros.
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ANTEPROJETO – Outra iniciativa do DER/PR contempla parte dos trechos sendo atendidos pela nova conservação. Foi contratada em abril a elaboração do anteprojeto de pavimentação da ligação entre Balsa Nova e o distrito de Mariental, na Lapa, conhecida como Rodovia da Maçã e composta por trechos não pavimentados da PR-510 e PR-512.
O investimento nesta iniciativa é de R$ 376.999,99, e o anteprojeto resultante, após aprovado pelo DER/PR, poderá ser utilizado como base para uma licitação na modalidade Concorrência com Regime de Contratação Integrada (CI), em que uma mesma contratada fica responsável pela elaboração do projeto básico, projeto executivo de engenharia e pela execução da obra.
Fonte: Governo PR
Paraná
Estado amplia capacitação e implante contraceptivo chega a quase 2 mil mulheres no Paraná
O acesso a métodos contraceptivos de longa duração tem avançado no Paraná, ampliando a oferta de serviços voltados à saúde da mulher na rede pública. A procura pelo implante contraceptivo subdérmico segue em alta no Sistema Único de Saúde (SUS), com 1.990 inserções realizadas apenas nos dois primeiros meses de 2026. O método foi incluído no SUS em 2025 e o Paraná realizou 1.656 implantes já naquele ano.
Esse avanço está diretamente relacionado à estratégia de distribuição do contraceptivo e à capacitação de profissionais da rede pública. Em 2026, o Ministério da Saúde ampliou o envio dos implantes para municípios com menos de 50 mil habitantes, alcançando 363 cidades. No ano anterior, a distribuição havia contemplado apenas 36 municípios de maior porte.
O implante de etonogestrel é um método reversível e de alta eficácia, que se soma a outras opções já disponíveis no SUS. Ele atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções. Passado esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo pode ser inserido imediatamente na Unidade Básica de Saúde (UBS). A fertilidade retorna rapidamente após a remoção.
O secretário estadual da Saúde, César Neves, destacou que o atendimento no Paraná segue evoluindo com responsabilidade e celeridade, tanto no procedimento quanto na capacitação dos profissionais. “O progresso na oferta do implante contraceptivo no Paraná representa mais autonomia e segurança para as mulheres no planejamento familiar. Estamos ampliando o acesso a um método eficaz e de longa duração, com distribuição e capacitação dos profissionais em todo o Estado”, disse.
Desde janeiro, o Paraná intensifica o treinamento para inserção do implante, promovidas tanto pelas Regionais de Saúde quanto pelos próprios municípios. Até a segunda quinzena de abril, foram realizadas 10 encontros pelas Regionais, totalizando 714 profissionais treinados, entre médicos e enfermeiros. Novas 12 oficinas já estão programadas entre o fim de abril e o início de julho, com previsão de capacitar mais 650 profissionais da Atenção Primária à Saúde.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, reforçou o impacto da iniciativa de preparação dos profissionais da saúde para ampliar e qualificar a oferta do método na Atenção Primária à Saúde. “É essencial para que o enfermeiro se sinta seguro e apto a ofertar o implante contraceptivo, especialmente nos municípios que estão iniciando o serviço, qualificando o atendimento e ampliando o acesso da população ao método”, afirmou.
Além disso, uma nova etapa de formação coordenada pelo Ministério da Saúde está prevista para junho, com foco em 400 profissionais de enfermagem dos municípios com menos de 50 mil habitantes, incluindo representantes das Regionais de Saúde e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).
ACESSO AO MÉTODO – O implante contraceptivo está disponível para pacientes entre 14 e 49 anos. Para as pacientes interessadas no uso do Implanon, o processo inicia na Atenção Primária à Saúde (APS), por meio da Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência, onde deverá ser realizado um agendamento para o atendimento. Tanto médicos como enfermeiros capacitados podem inserir o implante, de acordo com o desejo e condições de saúde detalhados durante a consulta.
Carolina Bolfe Poliquesi, coordenadora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, ressalta a importância da conscientização e das ações preventivas no combate a doenças e na promoção da saúde pública no Estado. “Além do implante, a consulta é uma oportunidade de promoção à saúde, aos direitos sexuais e reprodutivos. É o momento para atualizar o calendário vacinal e realizar os exames de prevenção do câncer de colo e mama”, explicou.
DISTRIBUIÇÃO – O Paraná recebeu, em 2026, aproximadamente 19 mil unidades do implante contraceptivo e todos os municípios já receberam. No entanto, parte deles ainda está em fase de organização do serviço, especialmente na capacitação das equipes, etapa necessária para iniciar a oferta do método à população.
CONTRACEPTIVOS – Entre os contraceptivos atualmente oferecidos no SUS, até então, somente o DIU de cobre era classificado como LARC — sigla em inglês para contraceptivos reversíveis de longa duração. Esses métodos são considerados mais eficazes no planejamento reprodutivo por não dependerem do uso contínuo ou correto por parte da usuária, como ocorre com os anticoncepcionais orais ou injetáveis. Os LARC são reversíveis e seguros.
Fonte: Governo PR
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