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Polícia Científica instala posto avançado de perícias no Litoral durante o Verão Maior Paraná

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A Polícia Científica do Paraná (PCIPR) intensificou a atuação no Litoral do Estado durante a temporada do Verão Maior, com a instalação de um laboratório avançado, novidade desta temporada, equipado para a realização de perícias em drogas, armas e exames médico-legais. A estrutura permite que as análises sejam feitas no próprio local, garantindo mais agilidade na resposta às forças de segurança e à população.

Antes da implantação do laboratório avançado no Litoral, materiais apreendidos, como drogas, eram encaminhados para laboratórios da PCIPR em Curitiba para a realização dos exames periciais. Com a nova estrutura, os procedimentos passam a ser feitos na própria região, reduzindo o tempo de análise e acelerando a emissão dos laudos.

Com o recebimento de drogas apreendidas pelas forças policiais, inicia-se imediatamente a etapa pericial. As substâncias passam por uma série de exames técnicos e científicos para confirmar, com precisão, se o material é entorpecente e qual a sua composição.

Segundo o perito Luiz Fernandes de Moraes Jr, o laboratório avançado conta com equipamentos de ponta que asseguram a confiabilidade dos laudos. “A partir do momento em que as drogas são recebidas pela PCIPR, começa a fase da perícia. Temos aqui um laboratório montado com métodos preliminares e instrumentais, como espectrofotômetros infravermelho e Raman, que permitem confirmar, com exatidão, se o material analisado é droga”, explica.

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OUTRAS ÁREAS – Além das análises químicas, o laboratório avançado oferece serviços em outras áreas periciais. A estrutura contempla perícia balística, com tanque de coleta de padrões para exames em armas de fogo, além de laboratório de química forense para a análise de drogas brutas.

Uma das novidades desta temporada é o reforço no atendimento de traumatologia forense, com a presença de peritos médicos para a realização de exames periciais em vítimas de violência. De acordo com o perito Leonel Letner, a ampliação da estrutura fortalece o atendimento durante o período de maior movimento no Litoral. “Neste ano, além das perícias em drogas e armas, contamos com médicos para exames em vítimas de violência doméstica e outros tipos de violência. Isso garante um atendimento mais completo e humanizado à população”, destaca.

O laboratório avançado da PCIPR também está preparado para atender ocorrências como crimes de trânsito, mortes violentas, homicídios, deslizamentos, perícias ambientais e outros eventos que demandem atuação pericial. O objetivo é apoiar todas as forças de segurança e assegurar um serviço rápido e eficiente durante a alta temporada. Para assegurar a cobertura regional, a PCIPR mantém bases de atendimento em Paranaguá, Matinhos e Guaratuba.

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Com a estrutura reforçada, a Polícia Científica busca garantir mais agilidade e resposta aos veranistas e aos moradores da região, contribuindo para a resposta integrada das forças públicas durante o Verão Maior Paraná.

Fonte: Governo PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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