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Ministério Público do Paraná fiscaliza a destinação de resíduos sólidos em 31 municípios do Norte Pioneiro do estado durante a Operação Percola IV

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O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Santo Antônio da Platina do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), realizou, na semana passada — entre os dias 13 e 17 de outubro —, a Operação Percola IV. A ação teve como objetivo o levantamento e diagnóstico dos locais de destinação e de disposição final ambientalmente adequada de resíduos sólidos e rejeitos em 31 municípios do Norte Pioneiro do estado, situados na área de atuação da regional.

Durante as inspeções, foram encontradas inúmeras irregularidades relacionadas à gestão de resíduos sólidos urbanos e aos passivos ambientais. Com base nos resultados, o MPPR adotará as medidas cabíveis para a correção das inconformidades identificadas.

Áudio da promotora de Justiça Kele Cristiani Diogo Bahena

Parceiros – A operação foi realizada em parceria com o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo, os escritórios regionais de Cornélio Procópio e Jacarezinho do Instituto Água e Terra (IAT), e a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

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Ao todo, 25 servidores dessas instituições participaram da ação, formando quatro equipes que atuaram de forma simultânea. Elas realizaram inspeções nas atividades de coleta, transbordo, transporte, destinação para reuso ou reciclagem e disposição final dos resíduos. Além disso, visitaram entidades que realizam a triagem dos recicláveis.

Irregularidades – Entre os problemas identificados durante a fiscalização, destacam-se: ausência de licenciamento ambiental em áreas conhecidas como “bota-fora” ou funcionamento apenas com licença de instalação; falta de tratamento da fração orgânica e de cobertura diária; disposição irregular de resíduos; aterros municipais com falhas na operação e execução de projeto (apesar de estarem impermeabilizados).

Também foram flagradas situações de queima de resíduos a céu aberto; coleta seletiva e reciclagem ineficientes; falta de gestão dos resíduos da construção civil; ausência de poda/capina, de isolamento das áreas e de cortina vegetal, além da presença de animais (cães, gatos, gado e aves) nos locais de destinação dos resíduos.

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10/05/2023 – Ministério Público do Paraná deflagra a Operação Percola III e fiscaliza destinação de resíduos sólidos em 32 municípios do Centro-Oeste do estado

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19/08/2022 – Municípios fiscalizados na Operação Percola II terão 30 dias para apresentarem planos de ação para correção de irregularidades

21/12/2021 – Operação Percola II resulta na aplicação de R$ 1,4 mi em multas

26/11/2021 – MPPR, Sedest e IAT concluem 2ª fase da Operação Percola em 55 municípios

11/10/2019 – Operação Percola resulta na aplicação de R$ 600 mil em multas

10/10/2019 – MPPR fiscaliza gestão de resíduos sólidos de municípios no Norte Central

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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