Polícial
PMPR reúne torcidas organizadas para alinhar esquema de segurança do Athletiba
A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE), realizou nesta quinta-feira (19), às 14h, uma reunião com lideranças das torcidas organizadas do Club Athletico Paranaense e do Coritiba Foot Ball Club, com o objetivo de alinhar o planejamento operacional de segurança para o clássico Athletiba, válido pela série A do Campeonato Brasileiro.
O encontro ocorreu no auditório da Associação da Villa Militar, no bairro Rebouças, em Curitiba, e contou com a participação de representantes das torcidas, além de policiais militares responsáveis pelo planejamento e execução do policiamento no dia da partida.
Durante a reunião, foram discutidos pontos estratégicos relacionados à segurança do evento, com destaque para a definição de rotas e horários de deslocamento das torcidas organizadas, bem como o reforço do policiamento no entorno do estádio, nos principais acessos e em terminais de transporte coletivo. As medidas visam garantir a fluidez do deslocamento dos torcedores e prevenir situações de conflito entre torcedores.
A Polícia Militar reforçou a importância da colaboração das lideranças das torcidas para o cumprimento das orientações estabelecidas, destacando que o planejamento antecipado e o diálogo são fundamentais para a realização de um evento seguro para todos os envolvidos.
O esquema de segurança será empregado no próximo domingo (22), às 7h, data em que ocorre a partida, contando com policiamento reforçado e ações integradas voltadas à preservação da ordem pública e à segurança dos torcedores.
Centro de Comunicação Social
Fonte: Polícia Militar PR
Polícial
PCPR prende 6 pessoas em operação contra consumidores de material de abuso infantojuvenil em 8 estados
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu seis pessoas investigadas por compartilhar e armazenar material de abuso sexual de crianças e adolescentes. A operação, que está em sua terceira fase, aconteceu na manhã desta quarta-feira (23) e visou reforçar ações integradas de proteção à infância e repressão de crimes praticados no ambiente digital.
A investigação teve início na Delegacia de Palmas e é conduzida pelo Núcleo de Investigações Qualificadas da Divisão Policial do Interior.
O atual estágio das investigações teve origem na análise dos dados extraídos de um smartphone apreendido com um homem preso na primeira fase da operação, ocorrida em fevereiro de 2025. Os trabalhos periciais foram realizados pela Polícia Científica do Paraná.
As evidências obtidas revelaram a troca de material de abuso por meio da plataforma Telegram. A empresa prontamente forneceu os dados necessários à identificação de oito indivíduos com domicílios no Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Ceará, Pernambuco e Distrito Federal.
A investigação contou com o apoio técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), vinculado à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), à Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A PCPR também teve a colaboração internacional da Homeland Security Investigations (HSI), dos Estados Unidos.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de buscas e seis de prisão preventiva com o apoio das polícias civis locais. No Paraná, o cumprimento aconteceu em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado. Duas pessoas não foram localizadas e são consideradas foragidas.
Nos endereços dos investigados, os policiais apreenderam diversos dispositivos eletrônicos que serão periciados a fim de subsidiar a continuidade da investigação.
OUTRAS FASES – Esta é a terceira fase da operação que é decorrente de uma investigação instaurada após a apreensão, em Palmas, de um dispositivo eletrônico que continha fotos e vídeos de abuso sexual de crianças e adolescentes, comercializados em aplicativo de mensagens.
Na primeira fase, 10 pessoas foram presas e foram cumpridos 54 mandados de buscas em 49 municípios de 19 estados e no Distrito Federal. Diversos aparelhos eletrônicos foram apreendidos e periciados.
Na segunda fase, deflagrada em outubro de 2025, 14 pessoas foram presas em flagrante por armazenamento e compartilhamento de conteúdo de abuso infanto-juvenil e 44 ordens de buscas foram cumpridas em 18 estados mais o Distrito Federal.
Fonte: PJC PR
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