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Pesquisadores de universidades estaduais estão entre os mais influentes do mundo

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Professores das universidades estaduais de Londrina (UEL), de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão entre os pesquisadores mais influentes do mundo segundo o ranking Updated science-wide author databases of standardized citation indicators, publicado pela Editora Elsevier. A pesquisa elencou 22 docentes das universidades estaduais, a partir de critérios como a quantidade de citações dos autores em diferentes trabalhos científicos.

O ranking é resultado da avaliação de produções científicas de mais de 400 mil cientistas de instituições de todos os continentes. O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Stanford, dos Estados Unidos, sob a coordenação do professor John Ionnidis. A equipe analisou a produção científica dos autores por meio de registros de mais de 85 milhões publicações do banco de dados Scorpus, que reúne resumos e citações científicas, revisadas até 2022, por profissionais das mesmas áreas.

Entre os nove professores da UEM que aparecem no ranking está Ângelo Antônio Agostinho como primeiro colocado da classificação nacional na área de Pesca e 115º no mundo. Outros sete pesquisadores da universidade estão em evidência: Adelar Bracht e Marcos Luciano Bruschi, da área de Farmacologia e Farmácia; André Cazetta e Rosângela Bergamasco, de Engenharia Química; Jesui Vergilio Visentainer, de Ciência dos Alimentos; Maurício Araújo, de Odontologia; e Sidinei Magela Thomaz, de Biologia Marinha.

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O pesquisador Marcelo Moreira Cavalcanti, de Matemática Aplicada, é citado no ranking com recorte por publicações coletivas. Ele se destacou como sexto lugar nacionalmente e está na 388ª posição internacional, considerando a totalidade de pesquisadores na área específica.

Da UEL oito professores obtiveram destaque na avaliação. Ana Paula Bracarense, de Ciência Veterinária; César Ricardo Teixeira Tarley, de Química Analítica; Claudia Bueno dos Reis Martinez, de Toxicologia; Fábio Pitta, de Sistema Respiratório; Rubia Casagrande, Victor Fattori e Waldiceu Verri, da área de Farmacologia e Farmácia; Suzana Mali, de Ciência dos Alimentos.

A UEPG tem três professores elencados na classificação. Dois do curso de Odontologia com pontuação elevada no ranking, Alessandro Loguercio e Alessandra Reis. Outro pesquisador destaque é Luiz Pires, da Agronomia.

Da Unicentro há dois professores citados no ranking, ambos de Farmacologia e Farmácia, Rubiana Mara Mainardes e Najeh Khalil.

Além das universidades estaduais, outras quatro instituições de pesquisa sediadas no Paraná também têm representantes na classificação: Pontifícia Universidade Católica do Paraná; Instituto Carlos Chagas, de Curitiba; Universidade Federal do Paraná e Universidade Tecnológica do Paraná.

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SETI - RANKING PESQUISADORES UNIVERSIDADES ESTADUAIS

SETI - RANKING PESQUISADORES UNIVERSIDADES ESTADUAIS

SETI - RANKING PESQUISADORES UNIVERSIDADES ESTADUAIS

SETI - RANKING PESQUISADORES UNIVERSIDADES ESTADUAIS

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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