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Economia

Pesquisa mostra otimismo do setor de hospedagem do Paraná

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MassaNews

A Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, realizada pelo Ministério do Turismo, no primeiro trimestre, mostra otimismo dos empresários do setor de hospedagem do Paraná. O resultado, divulgado na última semana, mostrou que a perspectiva é positiva quando o assunto é investimento: 60,4% indicaram que provavelmente investirão neste ano.

A percepção sobre o aumento ou manutenção do número de empregados é outra variável que cresceu: passou de 37% para 62,1%. Já o otimismo em torno dos serviços ofertados saltou para 54,2%.

O presidente da Paraná Turismo Jacob Mehl destacou os bons resultados. “É um resultado a ser comemorado. O governo de Ratinho Junior prioriza o turismo com ações e investimentos. Um exemplo é a TV Paraná Turismo, recém-lançada, e que tem sua programação direcionada às atrações e potencial turístico do Paraná”, disse Jacob.

Os empresários consultados avaliaram o destino turístico onde a própria empresa está localizada. A iniciativa privada está mais confiante no aumento da rentabilidade do setor turístico.

Marcos Víleski, diretor de marketing do empreendimento Jurema Águas Quentes, disse que ficou satisfeito com o cenário apontado na pesquisa. “São números que revelam otimismo e crescimento. Como exemplo, estamos investindo mais de R$ 120 milhões no nosso novo complexo turístico em Iretama, na região de Campo Mourão”, afirmou.

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Para a técnica em estatísticas da Paraná Turismo, Gilce Zelinda Battistuz, os dados são uma resposta clara da iniciativa privada ao movimento de retomada da economia brasileira. “O bom desempenho do destino e da empresa andam juntos”, disse ela.

Trabalho

A Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil é realizada pela subsecretaria de Inovação e Gestão do Conhecimento do Ministério do Turismo. São consultados empreendimentos de hospedagem de todos os portes, entre os quais hotéis, pousadas e resortes.

O objetivo é apurar as perspectivas dos empresários quanto ao desempenho de seus estabelecimentos e dos destinos onde estão inseridos. A pesquisa foi realizada com apoio das secretarias e órgãos estaduais de turismo e entidades do setor de hospedagem no país.

Colaboração AEN

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Economia

Caixa reduz juros e anuncia R$ 33 bi em estímulos para economia

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A Caixa Econômica Federal reforçou, em R$ 33 bilhões, as linhas de crédito para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. O dinheiro se somará aos R$ 78 bilhões anunciados na semana passada, o que totalizará R$ 111 bilhões em recursos injetados.

Os R$ 33 bilhões adicionais serão destinados a linhas de capital de giro para empresas, que ganharam reforço de R$ 20 bilhões; para a compra de carteiras (R$ 10 bilhões); para o crédito a Santas Casas (R$ 2 bilhões) e para o crédito agrícola (R$ 1 bilhão).

A Caixa também cortou as taxas de juros do cheque especial para pessoa física, do parcelamento da fatura do cartão de crédito, de capital de giro, de empréstimos para hospitais, para o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e para o penhor. Os juros reduzidos entrarão em vigor em 1º de abril para o cheque especial e o cartão de crédito. Para os demais produtos, as taxas já estão em vigor.

Os juros do cheque especial passaram de 4,95% para 2,90% ao mês. As taxas do parcelamento da fatura do cartão caíram de 7,7% ao mês (em média) para juros a partir de 2,90% ao mês. Para o capital de giro, as taxas máximas passaram de 2,76% para 1,51% ao mês. As taxas do CDC caíram de 2,29% para 2,17% ao mês. Os juros do penhor foram cortados de 2,1% para 1,99% ao mês. Nas linhas de crédito para hospitais, as taxas passaram de 0,96% para 0,8% ao mês

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O período em que o cliente pode ficar sem pagar as parcelas passou de 60 para 90 dias. A medida abrange o crédito a pessoas físicas, a pessoas jurídicas, a hospitais e o crédito habitacional para pessoas físicas e empresas.

Estados e municípios

O banco reforçou o volume de empréstimos para estados e municípios. A medida abrange os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Financiamento à Infraestrutura e Saneamento Ambiental (Finisa). De 2 a 17 de março, a Caixa empestou R$ 3,35 bilhões a governos locais, em 246 operações com 195 tomadores. Ainda estão em estudo outras 324 operações, no total de R$ 1,81 bilhão.

Conforme a Medida Provisória 927, o banco suspendeu o recolhimento do FGTS pelos empregadores em março, abril e maio. Quem não recolher pode parcelar o valor em até seis vezes, tendo o certificado de regularidade do FGTS prorrogado por 90 dias. O empregador que precisar suspender o pagamento precisará declarar as informações dos trabalhadores no aplicativo Sefip.

Micro e pequenas empresas

A Caixa anunciou uma linha de capital de giro para manutenção da folha de pagamento das micro e pequenas empresas. O valor não foi divulgado. O banco firmou parcerias para ampliação de linhas de crédito e para o suporte a pequenos negócios por meio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A antecipação de recebíveis, quando o comerciante recebe adiantado o valor de compras com cartão de crédito, terá taxas reduzidas.

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