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Pedala Aquece Paraná une esporte e solidariedade em diversos municípios

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A Secretaria de Estado do Esporte e a Superintendência Geral de Ação Solidária realizam a campanha Pedala Aquece Paraná, com objetivo de promover passeios ciclísticos para arrecadar cobertores, agasalhos e roupas para as comunidades vulneráveis do Estado. Neste sábado (05), a ação acontece em Antônio Olinto, Araruana, Luiziana, Missal, Palotina e Rebouças, e passará por outras cidades até o início de setembro.

A iniciativa acontece pelo terceiro ano consecutivo, sempre em parceria com as prefeituras dos municípios voluntários. Em 2023 são 57 cidades integram a companha.

“O Pedala Aquece Paraná é muito importante porque promove não só a prática do ciclismo, mas também a ideia de ajudar aqueles que mais precisam”, ressalta o secretário estadual do Esporte, Helio Wirbiski.

Em Curitiba, o evento aconteceu no dia 16 de julho, contou com a presença de 350 ciclistas e arrecadou mais de 2 mil peças que foram encaminhadas à Fundação de Ação Social de Curitiba e para entidades de apoio ao tratamento do câncer infantil.

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Segundo Rogério Riva, coordenador do programa Pedala Paraná, o evento foi um sucesso. “Foi uma ação bem bacana na Capital porque tivemos vários grupos de ciclistas participando. Ainda temos alguns eventos para acontecer pelo Estado e que o que for arrecadado será doado para entidades dos próprios municípios”.

Mais informações neste LINK.

Confira as próximas datas e cidades:

6 de agosto – Assis Chateaubriand, Fênix, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Foz do Jordão, Laranjeiras, Londrina, Mamborê, Mariluz e Turvo

11 de agosto – Telêmaco Borba

12 de agosto – Guarapuava, Inácio Martins, Jaguariaíva, Prudentópolis e Rio Azul

19 de agosto – Campo Mourão

20 de agosto – Mandaguari e Medianeira

27 de agosto – Marialva

1º de setembro – Palmas

Fonte: Governo PR

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Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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