Paraná
PCPR recupera 2,6 mil placas solares desviadas de uma compra em Arapongas
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) recuperou 2.600 placas solares de uma empresa vítima de estelionato nesta terça-feira (6) em Arapongas, na região Norte do Estado. Estima-se que o material apreendido seja avaliado em R$ 2 milhões.
De acordo com o delegado Bruno Sentone, as placas foram encontradas em um barracão localizado no município. “Apuramos que uma empresa da cidade de Maringá teria sido vítima ao efetuar uma venda de mais de R$ 12 milhões em placas solares porque parte dessa mercadoria estaria na cidade de Arapongas para ser revendida de outra maneira”, explica.
Durante as investigações, o proprietário do galpão informou que alugou o local para uma empresa de São Paulo, que pagou três meses de aluguel. As placas foram entregues à empresa proprietária e as investigações continuam para a identificação dos autores.
DENÚNCIAS – A PCPR orienta que as pessoas estejam sempre atentas a esse tipo de abordagem. As vítimas deste golpe devem registrar imediatamente o boletim de ocorrência, de forma online, através do site da PCPR, ou na delegacia mais próxima. As denúncias também podem ser feitas através dos números 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro
A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:
O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.
O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.
Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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