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Paraná

PCPR prende nove suspeitos por furtos a residências de alto padrão em Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu nove pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso ligado a furtos a residências de alto padrão localizadas em Curitiba. A ação aconteceu na manhã desta sexta-feira (28) na Capital, Fazenda Rio Grande, Colombo e Araucária, na Região Metropolitana, e na cidade de São Paulo.

Além dos mandados de prisão, os policiais civis cumpriram sete mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.

A investigação da PCPR apura o registro de ao menos 11 ocorrências de furtos em residências localizadas em bairros como Jardim Social, Hugo Lange, Cabral, Santa Felicidade e Santo Inácio.

“Identificamos que em todos os casos os suspeitos adotaram um mesmo modo de ação. Acessaram os locais quando os moradores estavam ausentes, usavam máscaras, luvas e se dirigiam até as residências utilizando veículos alugados que tinham seus aparelhos rastreadores removidos ou placas adulteradas antecipadamente”, explica o delegado da PCPR Fernando Zamoner.

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Segundo ele, o grupo agia de maneira organizada e cautelosa, sempre fazendo um levantamento prévio do local que seria alvo do crime. O foco era itens de alto valor econômico e que poderiam ser facilmente descaracterizados e repassados, como dinheiro, joias, armas e obras de arte.

Dois integrantes do grupo eram oriundos do estado de São Paulo. A investigação apurou que eles também atuavam em furtos em condomínios prediais, além das residências.

OUTROS CRIMES – Nesta quinta-feira, a equipe policial também cumpriu outros 12 mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por crimes patrimoniais em Curitiba, sendo que algumas também mantinham relação com o grupo envolvido nos furtos a residências.

Nos endereços dos suspeitos os policiais apreenderam aparelhos eletrônicos, bebidas alcoólicas, roupas ainda com etiqueta, entre outros objetos que serão analisados a fim de se identificar a origem.

Entre os crimes apurados estão roubos a transeuntes, roubos a farmácias e o latrocínio de um comerciante dono de um bar no bairro Rebouças.

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As investigações seguem em andamento para identificação de demais envolvidos e apuração de outras ocorrências vinculadas ao grupo.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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