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PCPR na Comunidade oferece serviços de polícia Judiciária em Primeiro de Maio e Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levará serviços de polícia judiciária às populações de Primeiro de Maio, na região Norte do Estado, e de Curitiba, durante as edições do programa PCPR na Comunidade nesta semana.

PRIMEIRO DE MAIO– O atendimento ocorre durante a Expo Maio que acontece entre os dias 29 de abril e 5 de maio, no Terminal Turístico da Paranatur, localizado na margem da Represa Capivara, 17h às 00h

No local, serão ofertados serviços de orientação, registro de boletim de ocorrência, solicitação de atestado de antecedentes criminais, exposição de armas e equipamentos táticos e atividades com crianças.

CURITIBA – Já em Curitiba, o PCPR na Comunidade acontece no dia 2 de maio, na Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, localizada na Rua Goiânia, n° 88, no bairro Cajuru,  das 9h às 17h.

A população terá acesso aos serviços de orientação, confecção da Carteira Nacional de Identidade (CIN) e atividades com crianças.

CIN – A confecção da Carteira de Identidade Nacional será realizada mediante agendamento prévio já efetuado em cada cidade. 

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“O projeto PCPR na Comunidade tem como objetivo aproximar a instituição da sociedade, levando serviços e informações importantes diretamente aos cidadãos”, afirmou João Mário Goes, coordenador da iniciativa.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação de serviços públicos e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

Fonte: PJC PR

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PCPR realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil com agentes de sete forças de segurança

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para polícia judiciária. A formação contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do país.

O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE) e pela Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do TIGRE, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático-policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária.

“A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

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As instruções foram ministradas por policiais do TIGRE da PCPR e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Durante a capacitação, os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão da doutrina para outras forças de segurança pública no país.

“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ainda ressalta que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

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Fonte: PJC PR

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