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PCPR na Comunidade leva serviços aos bairros Pinheirinho e Santa Cândida, em Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mais de 250 pessoas durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu na Rua da Cidadania do Pinheirinho e na Escola Especial São Camilo, no bairro Santa Cândida. A ação no bairro Pinheirinho foi promovida em parceria com o Governo do Estado, por meio das secretarias das Cidades e da Justiça e Cidadania, e Prefeitura de Curitiba.

Durante os eventos, os policiais civis repassaram orientações sobre como fazer denúncias, prevenções e quais medidas podem ser tomadas ao ser vítima de um crime. Também houve atividades lúdicas para as crianças.

No Pinheirinho, foram 180 agendamentos para confecção da carteira de identidade. Na escola especial, os policiais civis confeccionaram 57 documentos de identificação para os alunos previamente agendados.

A disponibilização das atividades visa auxiliar a população mais vulnerável e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade.

O coordenador do PCPR na Comunidade, João Mario Goes, afirma que o programa tem como objetivo promover a cidadania e reconhecer as reais necessidades de cada local atendido, levando mais segurança à população.

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“Os dois eventos realizados em Curitiba foram sucesso. Além da confecção e agendamento de carteiras de identidade, nós conseguimos levar informação de qualidade para prevenção de crimes de forma a orientar a população”, destaca.

Os policiais civis também registraram boletins de ocorrência, emitiram atestados de antecedentes criminais e fizeram pesquisa de percepção de criminalidade.

De acordo com a diretora da Escola São Camilo, Rita Germano, a oferta dos serviços na unidade de ensino foi um alento para os alunos e pais, facilitando a regularização dos documentos de identificação.

“Muitos pais não conseguem levar os filhos para confeccionar a carteira de identidade, por dificuldade de deslocamento e outras questões. Essa ação é maravilhosa e de grande valia, uma oportunidade para regularizar aqui na escola”, afirma.

O morador do bairro Pinheirinho, Paulo Rodrigo, conta que estava passando com o filho perto do evento e aproveitou para agendar a confecção da 1ª via da carteira de identidade do menino. “Pelo fato de ser online, às vezes o procedimento demora um pouco, por isso aproveitei para fazer no evento, bem mais prático e rápido”, conclui.

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DEMAIS SERVIÇOS– Além das atividades de Polícia Judiciária, a ação no Pinheirinho contou com outros serviços fundamentais para toda a comunidade, com atendimentos da Polícia Militar, Bombeiros, Polícia Penal, Defesa Civil, Copel, Sanepar, Detran, Celepar, Ceasa, Defensoria Pública (DPE), Sesc-PR, das secretarias estaduais da Fazenda; da Educação; do Esporte; do Desenvolvimento Social e Família; e da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa.

PROJETO – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações. Visa, ainda, fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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