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PCPR na Comunidade atende mais de 1,6 mil pessoas em Castro com serviços gratuitos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mais de 1,6 mil pessoas durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu de segunda (30) até esta quarta-feira (1), em Castro, na região dos Campos Gerais. Durante o evento, os policiais civis realizaram registro de boletim de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e pesquisa de percepção de criminalidade.

Além disso, foram repassadas orientações sobre como fazer denúncias, prevenção de ações criminosas e medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.   

O programa tem como objetivo dar suporte à população mais vulnerável e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade. Na ação, ainda foram confeccionadas 735 carteiras de identidade. Houve exposição de perícia papiloscópica e apresentação com cães policiais. Para as crianças foram ofertadas atividades lúdicas. O evento também contou com a presença da Delegacia Móvel.

De acordo com o coordenador do programa, João Mario Goes, o evento em Castro foi um sucesso. “Pudemos atender a população local de forma humanizada e muito bem direcionada a quem mais precisa. Confeccionamos carteiras de identidade, demos muitas orientações sobre prevenção contra crimes, além de ter uma interação muito importante com as crianças”. 

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No primeiro dia de evento foram ministradas palestras para duas turmas de alunos da rede estadual de ensino sobre prevenção ao uso de drogas e bullying. A iniciativa foi ofertada para 140 adolescentes com idades entre 13 e 15 anos.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.  

MAIS SERVIÇOS – Além das atividades de Polícia Judiciária, o Paraná em Ação, feira de serviços realizadas pelo governo estadual, ofertou outros serviços à comunidade, como assistência social, confecção da carteira do autista e serviços da Agência do Trabalhador.

Fonte: Governo PR

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Gaeco de Londrina e Polícia Militar cumprem mandados na Operação Passiflora II, que apura associação criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas

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O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Polícia Militar, cumpriu nesta sexta-feira, 7 de agosto, cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e de busca pessoal no âmbito da Operação Passiflora II, que apura a atuação de um grupo voltado à prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Autorizadas pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina, as ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Londrina, no Norte Central do estado, e Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul. A Operação Passiflora é resultado de trabalho integrado de inteligência e investigação entre o Gaeco de Londrina e a Agência Regional de Inteligência do 2º Comando Regional da Polícia Militar.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

A atual etapa das investigações decorre da análise de dados obtidos do telefone celular do principal investigado, apreendido em fase anterior das investigações. Apurou-se que a organização adquiriu e preparou mecanicamente um veículo para a realização do transporte interestadual de drogas. O automóvel foi interceptado na cidade de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul, por equipes do Departamento de Operações de Fronteira, ocasião em que o motorista fugiu e foram apreendidos 350 quilos de entorpecentes (maconha e skank) pertencentes ao grupo.

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Funcionamento – As informações já obtidas apontam para a existência de um grupo organizado para o controle de negociação, logística, aquisição, preparo e transporte de substâncias entorpecentes. Além do papel de liderança e coordenação exercido pelo líder da associação, alvo da primeira fase da operação, parte dos integrantes do grupo cuidava da logística e do transporte das drogas, com equipes dedicadas à manutenção mecânica e ao custeio dos veículos e motoristas contratados exclusivamente para viagens de longa distância.

O grupo também tinha contatos diretos com fornecedores baseados em cidades de fronteira com o Paraguai, que atuavam na distribuição dos entorpecentes, e com intermediadores e colaboradores para a comercialização do material ilícito em diversas regiões do país. A apuração demonstrou que os investigados também negociavam e debatiam a produção de drogas com alto valor agregado e maior potencial viciante, vulgarmente conhecidas como “skank”, “ice” e “dry”.

Matéria anterior:

06/11/2025 – Gaeco e Polícia Militar deflagram 2ª fase da Operação Passiflora, que investiga organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e comércio de armas

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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