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PCPR na Comunidade atende mais de 1,4 mil pessoas em Cascavel

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mais de 1,4 mil pessoas, durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu entre os dias 2 e 5 de agosto, em Cascavel, no Oeste do Estado. O evento aconteceu em parceria com o Paraná Cidadão.   

Durante o evento, os policiais civis realizaram registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais, pesquisa de percepção de criminalidade e orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime. Além disso, foram realizadas demonstrações do trabalho do Instituto de Identificação e atividades lúdicas com crianças.   

De acordo com a confeiteira Isabela Voichicovski, de 35 anos, a iniciativa traz mais informações sobre os serviços da PCPR.  

“Ações como essa reforçam a importância de deixar a gente ciente de quão minucioso é o trabalho dos policiais civis, trazendo informações sobre a coisas que a gente não tem ideia de como funciona. Deixa a gente mais seguro de que o trabalho é uma coisa extremamente séria, que faz com que a comunidade saiba que a atuação vai além do que a gente vê”, afirma.  

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A PCPR também esteve no local com exposição de perícia papiloscópia que visa mostrar a atuação dos policiais civis. Na ação, ainda foram confeccionadas 720 carteiras de identidade.  

O coordenador do projeto, João Mario Goes, conta que a atuação do projeto em Cascavel foi um sucesso.  

“Os policiais civis conseguiram atender a população da melhor forma possível, confeccionando boletins de ocorrência, dando orientações diversas sobre prevenção contra crimes, tendo uma atividade lúdica bem legal com as crianças, que é uma forma de educá-las para uma vida longe da criminalidade e também tivemos a confecção de carteiras de identidade. Foi um momento muito importante para o programa poder atender a população de Cascavel”, afirma Goes. 

DEMAIS SERVIÇOS – O Paraná em Ação ofertou outros serviços fundamentais e necessários à toda comunidade durante o evento, entre eles serviços de assistência social, defensoria pública, carteira do autista, agência do trabalhador, além de exposições.   

Para o prefeito da cidade, Leonaldo Paranhos, a atuação em conjunto do PCPR na Comunidade com outros projetos do Governo do Estado auxilia diretamente para que a população tenha acesso aos serviços ofertados.  

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“Sempre quando a gente tem a oportunidade de ter essa ação, que é uma ação em conjunto de todos os serviços das políticas públicas, para a cidade é importante, porque ele dinamiza, ele dá agilidade. A Polícia Civil participando, orientando as pessoas, garantindo os seus direitos, todos esses serviços no mesmo local fazem com que o cidadão saia daqui com o seu problema resolvido”, ressalta. 

PROJETO – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. Seu objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.  

SOLICITAÇÃO – Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e realizar o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas através do site (https://www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/PCPR-na-Comunidade) 

Fonte: PJC PR

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PCPR prende homem condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha em Arapongas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR)  prendeu homem condenado judicialmente a 31 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável. A captura aconteceu nesta  em Arapongas, no Norte do Estado, nesta segunda-feira (22). 

A prisão foi realizada em cumprimento a ordem judicial expedida pelo Poder Judiciário.

De acordo com as investigações, os crimes foram praticados contra a própria filha do condenado. Os abusos tiveram início quando a vítima tinha 5 anos e se estenderam por aproximadamente 12 anos, até ela completar 17.

“Além da violência sexual contínua, o homem exercia controle psicológico e coação sobre a filha, realizando ameaças de morte constantes, com a utilização de arma branca, para garantir que os crimes não fossem revelados”, completa a delegada da PCPR Camilla Costa. 

Após o cumprimento do mandado, o condenado foi encaminhado ao sistema penitenciário.

DENÚNCIAS – A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.

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Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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