Paraná
PCPR mira organização criminosa de Marechal Cândido Rondon com 17 mandados
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas para cumprir 17 mandados contra uma organização criminosa. A ação acontece desde o começo da manhã desta quinta-feira (12) em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Estado, e conta com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR).
Ao todo, os policiais têm a missão de cumprir oito mandados de busca e apreensão e nove de prisão. Cães de faro da PCPR atuam para aumentar a eficácia das buscas.
Segundo o delegado Andersson Carneiro, a operação é resultado de uma investigação teve início a partir de um homicídio registrado na região.
“Por meio das informações obtidas ao longo das diligências, identificamos que o homicídio estava relacionado a uma organização criminosa que também está relacionada ao tráfico de entorpecentes”, destaca.
Fonte: Governo PR
Paraná
A partir de denúncia do MPPR, homem que agrediu recepcionista de hotel em Curitiba será julgado pelo Tribunal do Júri por tentativa de feminicídio
A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, a 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba decidiu que o homem que agrediu uma recepcionista de um hotel na capital no dia 7 de março último será julgado pelo Tribunal do Júri. A sentença de pronúncia (autorização dada pelo juiz para que o acusado de um crime intencional contra a vida seja julgado pelo Tribunal do Júri) acolhe os pedidos feitos na denúncia pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida – o acusado será julgado pelos crimes de feminicídio tentado, estupro tentado que resultou em lesão grave e fraude processual.
De acordo com o apurado, o denunciado passou a agredir a mulher com socos, chutes e golpes com objetos cortantes após ela se recusar a acompanhá-lo até o seu quarto. Enquanto tentava tirar a vida da vítima, o autor também teria tentado estuprá-la. Os crimes só não foram consumados porque a vítima começou a gritar pedindo por socorro, conseguiu fugir do local e recebeu pronto atendimento médico.
Na ação penal, a Promotoria de Justiça aponta como qualificadoras o uso de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima. A fraude processual caracterizou-se pelo fato de o denunciado haver retirado da tomada o computador que registrava as imagens das câmeras que filmam a área da recepção do hotel.
O denunciado foi preso em flagrante no dia do crime e teve a prisão convertida em preventiva a pedido do MPPR, permanecendo detido desde então. Cabe recurso da decisão de pronúncia.
Processo 002870-83.2026.8.16.0196 (sob sigilo)
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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