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Paraná

PCPR cumpre 59 mandados contra grupo criminoso que despachava drogas nos correios

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas na manhã desta quinta-feira (18) para cumprir 59 mandados judiciais contra uma organização criminosa investigada por despachar drogas pelo sistema dos correios para diversos estados do País. A operação acontece de forma simultânea em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e em Curitiba.

Com a atuação de cães de faro e apoio aéreo de um helicóptero da PCPR, os policiais têm a missão de executar 29 ordens de busca e apreensão e 30 de prisão preventiva pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e organização criminosa.

A ação é um desdobramento de uma investigação iniciada em novembro de 2024 com a interceptação e apreensão de 17 pacotes enviados via correios. Neles, foram encontradas porções de maconha e haxixe.

Com o aprofundamento da investigação, a PCPR mapeou a estrutura organizacional do grupo e identificou que ele operava de forma compartimentada e hierarquizada, contendo uma ampla gama de colaboradores com funções específicas. O envio dos entorpecentes ocorria tanto em âmbito municipal, quanto para vários estados do país.

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“Diante do cenário delineado, a deflagração da operação mostrou-se indispensável não apenas para responsabilizar os agentes identificados, mas, sobretudo, para interromper a empreitada criminosa e coibir o tráfico interestadual no Paraná”, destaca a delegada Grazieli Schmitz.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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