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Paraná

PCPR cumpre 17 mandados contra suspeitos por crimes contra crianças e adolescentes

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas na manhã desta sexta-feira (12) para cumprir 17 mandados judiciais contra indivíduos investigados por praticar crimes contra crianças e adolescentes na internet. A ação acontece em Curitiba, Colombo, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Jacarezinho e Bandeirantes, no Paraná, e em Frutal e Uberlândia, em Minas Gerais.

Os policiais civis têm a missão de cumprir 11 ordens de busca e apreensão, uma prisão temporária e cinco prisões preventivas. Em Minas Gerais, a ação acontece com o apoio da Polícia Civil local.

Entre os crimes investigados estão o estímulo à automutilação, a produção, compartilhamento e armazenamento de pornografia infantojuvenil, o aliciamento de crianças, o estupro de vulnerável por meio virtual e extorsão.

Esta é a terceira edição da operação. As duas primeiras aconteceram em março e outubro do ano passado e resultaram na prisão de seis pessoas envolvidas em crimes contra menores de idade na internet.

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“O objetivo da operação em todas as suas edições é a repressão qualificada e a prevenção a estes crimes praticados na internet. Os alvos desta sexta-feira não têm relação entre si, mas figuram em inquéritos policiais que estão sendo conduzidos pela PCPR”, afirma o delegado Thiago Soares.

Em alguns dos casos investigados, as vítimas foram coagidas a produzir e compartilhar mais conteúdos pornográficos para não serem expostas publicamente na internet. Em outros, a PCPR identificou que os suspeitos estimulavam menores de idade a praticarem a automutilação.

“Os criminosos podem pensar que estão escondidos e impunes no ambiente virtual, mas isso não é verdade. A polícia dispõe de meios para investigar, identificar e rastrear autores de crimes na internet”, destaca.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Maringá julgará na próxima quarta-feira, 16 de setembro, pai e avó denunciados pela morte de criança em Rolândia em abril de 2019

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Está previsto para ocorrer na próxima quarta-feira, 16 de setembro, em Maringá, o julgamento dos réus denunciados pelo Ministério Público do Paraná pela morte de uma menina de 11 anos de idade ocorrida em 2019 em Rolândia, no Norte Central do estado. Serão julgados pelo Tribunal do Júri o pai e a avó paterna da vítima, acusados dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

A sessão do júri ocorrerá em Maringá após uma decisão de desaforamento do caso. O desaforamento é a transferência excepcional de um julgamento do Tribunal do Júri para outra cidade para garantir que ele seja imparcial e seguro, aplicado quando a comoção local impede a formação de um júri neutro, quando há riscos à segurança do réu ou à ordem pública ou quando há excesso de demora no fórum original.

Os crimes – De acordo com as apurações do caso, o pai matou a filha no dia 24 de abril de 2019 por asfixia mecânica (esganadura) e enterrou o corpo da criança na garagem de uma casa pertencente à família. Após a prática criminosa, pai e avó da vítima agiram em conjunto na tentativa de esconder o crime e dificultar as investigações sobre os fatos. Eles procuraram a autoridade policial para relatar o suposto desaparecimento da criança, forneceram informações inverídicas e conflituosas aos investigadores e mantiveram desligadas e formataram as câmeras de segurança que havia no local e que poderiam auxiliar na elucidação dos fatos.

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Na denúncia, o Ministério Público sustenta que a avó, que tinha a guarda judicial da criança, contribuiu para a morte da neta, uma vez que a expôs a risco conhecido, permitindo que ficasse sob os cuidados do denunciado. No curso das apurações, ficou demonstrado que o pai mantinha pela filha sentimento de rejeição, desde que a criança havia sido concebida, e não respondia sequer por seus cuidados básicos.

Foram apontadas como qualificadoras do crime de homicídio o uso de meio cruel (asfixia) e de recurso que dificultou a defesa da vítima e o feminicídio (na época, o feminicídio ainda não era tipificado como um crime autônomo).

Atuarão no Júri, pelo Ministério Público do Paraná, a Promotoria de Justiça de Maringá e integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gajuri).

Processo 0003684-89.2019.8.16.0148

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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