Polícial
PCPR conclui inquérito que investigava morte ocorrida em condomínio em Piraquara
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito policial que investigava o óbito de um idoso ocorrido no dia 14 de outubro deste ano, nas dependências de um condomínio de luxo localizado no bairro Jardim Primavera, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
As investigações apontaram que a morte ocorreu por afogamento, sem indícios de ação criminosa. O delegado da PCPR Thiago Andrade informou que, após a análise de imagens, depoimentos e laudos periciais, não foi constatada a participação de terceiros no fato.
“Não há imagens que indiquem provocação por outra pessoa, nem depoimentos que apontem ação humana para causar o afogamento”, explicou.
O delegado também destacou que o idoso fazia uso de medicamentos controlados e consumia bebidas alcoólicas. “Pode ter sido um acidente, uma fatalidade. A família foi informada sobre o resultado da investigação”, afirmou.
Durante a apuração, a Polícia Civil descartou a hipótese de suicídio, uma vez que o idoso possuía, de forma legal, uma arma de fogo com munições intactas, encontrada sobre a cama na residência. A arma foi apreendida e encaminhada para os procedimentos de praxe.
Com a conclusão do inquérito, a PCPR determinou o encerramento das investigações, confirmando que não houve conduta criminosa relacionada à morte.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR e PMPR prendem mulher em flagrante por homicídio ocorrido no bairro Ganchinho, na Capital
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), prendeu uma mulher, de 50 anos, em flagrante pelo homicídio que vitimou Renato Alves da Silva. A captura aconteceu nesta segunda-feira (27), na mesma região onde o crime foi registrado.
O homicídio ocorreu por volta das 20 horas de domingo (27). A vítima, de 43 anos, foi morta por disparo de arma de fogo, sendo utilizado um revólver calibre .38.
De acordo com o delegado da PCPR Leandro Stabile, o crime teve como motivação uma dívida financeira relacionada a negociações financeiras e imobiliárias, estimada entre R$ 50 mil e R$ 68 mil, mantida desde o ano anterior entre a autora e a vítima.
Conforme apurado, durante as cobranças, a vítima passou a ameaçar de morte a autora e familiares dela, situação que antecedeu o homicídio.
“A ação integrada entre as forças de segurança permitiu localizar e prender a suspeita em flagrante”, explica.
Ela foi encaminhada ao sistema penitenciário.
Fonte: PJC PR
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