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Parceria entre Polícia Penal e Unifacear cuida da saúde de presos em Piraquara

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Um novo projeto elaborado em parceria pela Polícia Penal do Paraná (PPPR) e a faculdade Unifacear, de Curitiba, envolve ações de cuidado com a saúde de pessoas privadas de liberdade (PPL) que cumprem pena na Penitenciária Estadual de Piraquara I (PEP I), na Região Metropolitana de Curitiba. Com apoio dos acadêmicos do curso de Enfermagem, são realizados testes de HIV, sífilis e aferições de pressão arterial com o objetivo de prevenção e acompanhamento das condições de saúde dos custodiados.

As atividades iniciaram na última sexta-feira (01) e prosseguirão até que todos os apenados sejam atendidos. Os presos também recebem orientações de saúde e medicamentos para controle parasitário. A equipe de acadêmicos trabalha sob coordenação da professora Manuela Kaled e acompanhamento do técnico de enfermagem da PEP I, Cláudio Rogério Alves da Silva.

Para o diretor-geral da Polícia Penal do Paraná, Osvaldo Messias Machado, a ação tem um impacto positivo na sociedade. “Essa parceria é importante não só para o sistema penal, mas para a saúde pública. A ação é preventiva para que os apenados não precisem sair das unidades e dividir espaço com a população para atendimento nas unidades de saúde”, disse.

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O diretor da unidade prisional, Thorsten Ferraz, destacou o apoio da universidade nessa ação e o desempenho da equipe da saúde da PEP I. “Esta é uma importante ação que reforça a assistência aos privados de liberdade sob custódia na PEP I e que auxilia na prevenção a enfermidades. A PEP I não registrou nenhum óbito durante a pandemia da Covid-19. Com ações preventivas e atenção dos gestores Polícia Penal do Paraná estamos mantendo a unidade com índices de cuidados à saúde e de escolaridade acima da média nacional”, disse.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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