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Paraná tem 25,9 mil vagas nas Agências do Trabalhador, com destaque em Curitiba e Cascavel

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O Paraná começa a semana com 25.930 vagas de emprego disponíveis nas Agências do Trabalhador . As funções que mais concentram oportunidades são alimentador de linha de produção (7.349 vagas), abatedor (1.124), operador de caixa (929) e magarefe – cortador de carne (886).

Entre os destaques regionais, Cascavel aparece com 6.523 vagas, sendo 2.065 para alimentador de linha de produção e 761 para abatedor. Campo Mourão soma 3.001 postos, com destaque para 1.318 de alimentador de linha de produção e 411 de magarefe. Londrina conta com 2.600 oportunidades, enquanto Foz do Iguaçu oferece 2.555, ambas puxadas por setores da indústria e do comércio.

Na Região Metropolitana de Curitiba há 4.544 vagas, com destaque para alimentador de linha de produção (664), auxiliar de logística (425), atendente de lojas e mercados (284) e operador de caixa (260). Somente a agência central de Curitiba soma 801 oportunidades, sendo para atendente de lojas e mercados (79), alimentador de linha de produção (60), faxineiro (55) e operador de caixa (47).

A plataforma Master Job, em Curitiba, oferta 67 vagas para profissionais qualificados em áreas específicas como saúde, engenharia, educação e administração. Entre as oportunidades estão nutricionista, enfermeiro, engenheiro civil, fisioterapeuta, professor (química, português, matemática e geografia), técnico em segurança do trabalho, soldador, gerente de produção e supervisor de processos.

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Além disso, estão abertas 10 vagas de estágio em Curitiba, para funções como analista de marketing, engenheiro civil, auxiliar contábil, assistente jurídico e preparador físico.

Na Região Metropolitana de Curitiba, o Master Job soma 10 oportunidades de nível superior e técnico, em áreas como logística, nutrição, engenharia de produção, farmácia, construção civil e gestão de processos. Há ainda 4 vagas de estágio, incluindo pedagogia, engenharia mecatrônica, tecnologia da informação e educação física.

“O Paraná reforça sua posição de liderança no Sul do País e demonstra a confiança do setor produtivo na nossa economia. Iniciamos a semana com quase 26 mil vagas abertas em todas as regiões, reforçando o compromisso do Governo do Estado em apoiar quem busca emprego e gerar oportunidades de crescimento”, afirma o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo. 

Confira as áreas com mais vagas disponíveis:

– Alimentador de linha de produção – 7.349 vagas

– Abatedor – 1.124 vagas

– Operador de caixa – 929 vagas

– Magarefe (cortador de carne) – 886 vagas

– Auxiliar de logística – 425 vagas

– Atendente de lojas e mercados – 284 vagas

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– Faxineiro – 142 vagas

– Repositor de mercadorias – 416 vagas

– Vendedor de comércio varejista – 167 vagas

CAGED – O setor de serviços foi o principal motor do mercado de trabalho paranaense no acumulado de 2025, com 55.516 vagas criadas entre janeiro e julho, mais da metade do total. Segundo os dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Paraná chegou a 102.309 novos postos de trabalho com carteira assinada no período, garantindo a 3ª colocação nacional, atrás apenas de São Paulo (390.619) e Minas Gerais (152.005). Na região Sul, o Estado segue na liderança, à frente de Santa Catarina (82.993) e Rio Grande do Sul (76.040).

Além dos serviços, a indústria também teve participação relevante, com 23.807 novas vagas, seguida pelo comércio, que somou 12.100 postos, e pela construção civil, com 9.248 oportunidades. A agropecuária, mesmo com saldo menor em números absolutos (1.618 vagas), também contribuiu para a expansão do emprego formal no Estado.
Ainda de acordo com o levantamento do Caged, 82% dos municípios tiveram saldo positivo no número de empregados com carteira assinada no período de janeiro a julho. Ou seja, 327 das 399 cidades tiveram mais contratações do que demissões nos primeiros sete meses.

Fonte: Governo PR

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Inverno de 2026 será mais quente e chuvoso do que a média, prevê o Simepar

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O inverno é a estação mais fria e mais seca do ano no Paraná. Em 2026, entretanto, a estação terá volumes de chuva acima da média, e temperaturas ligeiramente acima da média. É o que aponta o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. O inverno de 2026 terá início às 5h24 de domingo (21) no Hemisfério Sul. 

A nova estação chega com o solstício de inverno. Domingo terá o dia mais curto e a noite mais longa do ano, devido à inclinação do eixo da Terra em relação ao sol. A climatologia aponta que, especialmente nas regiões Centro e Norte do Paraná, os volumes de chuva reduzem muito durante o inverno. 

“Historicamente, durante o inverno, sistemas de alta pressão associados ao avanço de massas de ar frio e seco atuam com maior frequência, tornando os intervalos entre eventos de precipitação mais prolongados. A passagem de sistemas frontais permanece como o principal mecanismo responsável pelas chuvas, com maiores acumulados normalmente registrados nas regiões Oeste e Sudoeste, enquanto os menores volumes ocorrem no setor Norte do Paraná”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.

Segundo o meteorologista, massas de ar polar oriundas da Antártica e do sul da América do Sul favorecem quedas acentuadas de temperatura e a ocorrência de geadas no Paraná, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Sudoeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba. Mas também há episódios de veranicos principalmente em agosto: períodos caracterizados por tempo seco e temperaturas elevadas para a época. Além disso, o inverno, assim como o outono, também é marcado pela ocorrência frequente de nevoeiros. 

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MUDANÇAS – Em 2026, entretanto, o inverno será influenciado por um fenômeno meteorológico de larga escala. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) americana confirmou na última quinta-feira (11) que as condições do El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico equatorial. O fenômeno gradativamente se intensifica e atinge o ápice entre a primavera e o verão 2026/2027 do Hemisfério Sul.

Os dados constatados pela NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar já está acima de 0,5°C desde maio e as previsões apontam que essa temperatura seguirá subindo. Além da superfície, o aquecimento também ocorre nos primeiros 200 metros de profundidade. 

O oceano e a atmosfera funcionam como um sistema acoplado. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes do Pacífico se deslocam em direção à costa oeste da América do Sul. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e modifica padrões de chuva e tempestades em várias partes do planeta.

“O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais, ocasionará menor amplitude térmica, mais ocorrências de nevoeiros e geadas menos generalizadas”, detalha Leonardo. 

Com isso, a previsão para o inverno de 2026 é de que a amplitude térmica diminua ao longo de julho, o frio diminua ao longo de agosto e as temperaturas fiquem ligeiramente acima da média no fim da estação, em setembro. A chuva ficará acima da média histórica durante todo o período, com volumes crescentes até a primavera. 

PREPARAÇÃO E MITIGAÇÃO DE DESASTRES – Para melhorar a capacidade de prevenção, o Simepar já iniciou o processo de contratação de mais meteorologistas e também os editais do Monitora Paraná e Monitora Litoral, que preveem a aquisição de novos radares meteorológicos e bóias oceanográficas, com apoio do Instituto Água e Terra (IAT). As aquisições são mediadas pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Sustentável (Sedest). 

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Os projetos também farão a concepção e implementação do Sistema de Modelagem Oceanográfica com a compra de uma bóia oceanográfica; além da implementação do Sistema de Alertas de Desastres (Early Warning System). Os equipamentos vão reforçar o setor de monitoramento que acompanha o nível dos rios e as condições oceanográficas – dados que ajudam a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) na tomada de decisões em caso de enxurradas, alagamentos ou ressacas.

Desde março, a Cedec reforçou as orientações repassadas aos municípios voltados à preparação e mitigação de ocorrências associadas a inundações, alagamentos e deslizamentos. Neste sentido, foram realizados dois simulados de desastre em Antonina e Morretes, no litoral do estado. Desobstrução de galerias, desassoreamento de rios, revisão de áreas de atenção e de abrigos são algumas das recomendações feitas às prefeituras. 

“Estamos acompanhando a formação deste fenômeno com muita atenção aqui no Paraná. A Defesa Civil integra ações que envolvem outras secretarias e todos os municípios do estado. Não temos como prever agora quais locais serão mais suscetíveis às ocorrências ligadas ao aumento expressivo de chuva. Naturalmente aquelas áreas onde há um histórico de tragédias precisam concentrar um plano reforçado para reduzir os impactos à população”, destaca o coronel Fernando Schunig, coordenador estadual da Defesa Civil.

Fonte: Governo PR

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