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Paraná se destaca no envio de dados ao sistema nacional de orçamentos em educação

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O Paraná foi o primeiro estado a transmitir ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) as informações sobre o orçamento público da área referente ao quinto bimestre de 2023. A pontualidade, aliada à qualidade dos dados, é importante, uma vez que fornece a base para que o governo tome decisões estratégicas.

A declaração transmitida é publicada por meio do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), ferramenta do governo federal que coleta, processa e dissemina informações sobre os orçamentos públicos destinados à educação. O objetivo do Siope é proporcionar transparência e controle social sobre os recursos financeiros da área, e assim permitir o acompanhamento e a fiscalização por parte da sociedade, dos gestores e de órgãos de controle.

Por meio do Siope, os entes federativos (União, estados, municípios e Distrito Federal) registram e enviam informações sobre a execução orçamentária e financeira da educação, incluindo receitas e despesas. Os dados são essenciais para avaliar o cumprimento das metas e estratégias estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e garantir a aplicação dos recursos mínimos exigidos para a área.

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Gisele de Carvalho Carloto Rodrigues, diretora da Contabilidade-Geral do Paraná, órgão vinculado à Secretaria da Fazenda, destaca a disciplina rigorosa na gestão de prazos, a verificação constante da integridade dos dados e o monitoramento contínuo das informações contábeis como fatores essenciais para o bom desempenho da gestão pública.

“Os esforços das equipes de Contabilidade demonstram o compromisso do Estado com a transparência”, diz a contadora-geral. O Departamento de Contabilidade, encarregado das prestações de contas ao controle externo, é o órgão que atua para assegurar a qualidade das informações que o Estado apresenta.

NOTA MÁXIMA – Em agosto deste ano, o Governo do Paraná obteve a nota máxima (A) no Ranking Siconfi de 2023, atingindo um índice de desempenho contábil de 96,1%, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.

O Ranking Siconfi avalia a consistência e qualidade de relatórios contábeis e fiscais, destacando o comprometimento do Paraná com a transparência e o cumprimento das normas fiscais e contábeis.

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Desde 2019, o Paraná registra crescimento na qualidade das informações prestadas. Naquele ano, o Estado obteve havia obtido índice de 87%. De lá para cá, avançou 9 pontos percentuais e ocupa atualmente o 7º lugar no ranking geral das unidades da Federação, duas posições acima do ano passado.

Ao seguir as diretrizes e manter a qualidade na divulgação de informações contábeis, o Paraná não apenas cumpre obrigações legais, mas também colhe benefícios substantivos em termos de responsabilidade fiscal. “O compromisso com a pontualidade e qualidade na publicação dos dados contábeis não só fortalece a confiança da sociedade e órgãos de controle, mas também proporciona bases sólidas para a tomada de decisões governamentais”, explica Gisele.

Fonte: Governo PR

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Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia

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A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia  não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.

O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.

TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.

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A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.

No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.

SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.

Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.

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SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.

A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.

Fonte: Governo PR

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