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Paraná lança segundo volume do Caderno de Gestão de Pessoas

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O Governo do Paraná lançou o segundo volume do “Caderno de Gestão de Pessoas”, que visa apresentar informações sobre a força de trabalho do Estado de forma contextualizada e transparente para a população. Organizadas em seções temáticas, as informações do caderno tratam da quantidade de vínculos por órgão, valores de folhas de pagamento, ingressos e desligamentos de pessoal, benefícios concedidos e indicadores como taxa de rotatividade e taxa de reposição, além de comparações quantitativas e qualitativas com outros estados da federação. Acesse os volumes I e II do Caderno de Gestão de Pessoas aqui.

O material foi elaborado pelo Departamento de Recursos Humanos e Previdência, integrante da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (DRH/Seap), com o objetivo de ser mais que uma prestação de contas sobre quem atende a sociedade por meio de serviços essenciais, mas também um instrumento de inteligência, governança e de planejamento para futuras ações do Governo do Estado, que é o terceiro mais competitivo do Brasil, segundo o Centro de Liderança Pública.

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Para o Secretário de Estado da Administração e da Previdência, Luizão Goulart, conhecer a fundo as características dos mais de 114 mil servidores efetivos permite entender a qualidade dos serviços que já são prestados e promover eventuais ajustes no futuro:

“O Governo do Paraná é claro e transparente com a população, o que nos permite planejar o futuro com responsabilidade social e fiscal. O Caderno de Gestão de Pessoas chega ao segundo volume destacando informações sobre nossos quadros, novas contratações, movimentações de carreira, só que é mais que isso: com ele a gente entende quem são as pessoas que tornaram o Paraná o terceiro estado mais eficiente do Brasil. Aqui, fazemos muito com servidores altamente qualificados, comprovando que nossa máquina pública é enxuta e orientada para alcançar bons resultados”, afirmou Luizão.

Entre pontos que se destacam no Caderno de Gestão de Pessoas, estão a alta qualificação da força de trabalho do Paraná, que ocupa o 4º lugar no Ranking de Competitividade entre os Estados. E além da competência técnica comprovada, a gestão de pessoas no Estado é também alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), que preveem ações em que o Governo do Paraná está comprometido, como a promoção do acesso de todas crianças, adolescentes e jovens ao ensino gratuito na rede pública nos próximos anos, a participação plena e efetiva das mulheres e igualdade de oportunidades em todos os níveis de tomada de decisão na esfera pública, e a inclusão social, econômica e política de todos até 2030.

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Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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