Connect with us


Paraná

Paraná apreende mais maconha de janeiro a novembro do que em todo o ano de 2024

Publicado em

As forças de segurança do Paraná apreenderam mais maconha entre os meses de janeiro a novembro de 2025 do que em todo o ano de 2024. Nos 11 meses deste ano, foram retirados de circulação pelas polícias paranaenses 506.159 quilos da droga. O volume total de apreensões em 2024 foi de 423.863 quilos, ou 16,26% menor do que em 2025, mesmo considerando um mês a menos deste ano.

Os índices refletem uma política focada em resultados adotada pelo Governo do Estado para a área da segurança pública. Em agosto, o Paraná foi o estado que apreendeu o maior volume de maconha no ano entre todas as unidades federativas.

Investimentos em tecnologia, efetivo das forças de segurança e qualificação de pessoal garantem o desempenho em ações de repressão e prevenção ao crime, com inteligência e estratégia baseadas em dados estatísticos. Os dados sobre as apreensões de drogas nos estados brasileiros foram obtidos no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Leia mais:  Busca pela certificação Selo Clima Paraná-Cidades cresce 154% em um ano

O volume de apreensões também é resultado de ações estratégicas em todo o Estado, além de uma intensificação dos trabalhos nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Argentina. Um dos exemplos é o uso dos helicópteros do Projeto Falcão, do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

Esse compromisso é demonstrado no fortalecimento da estrutura: em setembro, o governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou R$ 116 milhões em equipamentos às forças de segurança, com cinco helicópteros, viaturas (entre elas caminhonetes RAM), fuzis e itens de alta tecnologia. Foi o maior investimento da história do Estado na área de segurança pública.

“As contratações de profissionais, a modernização dos equipamentos e as boas condições de trabalho são fundamentais para ações de combate efetivo ao narcotráfico no Estado”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira. 

AUMENTO ANUAL NAS APREENSÕES – Quando considerados os números dos meses de janeiro a novembro desde o ano de 2018, o Paraná teve crescimento exponencial, sem regredir em nenhum dos anos subsequentes até 2025, sempre considerados os mesmos períodos: 11 primeiros meses de cada ano. Se comparados os números dos períodos de 2018 e 2025 a diferença é de 462%, passando de 90.070 quilos para 506.159 quilos. Considerando apenas as apreensões totais nos anos de 2018 com as de 2019 – primeiro ano da atual gestão – o aumento foi de 36%: de 100.765 quilos para 137.134 quilos de maconha retirados do tráfico.

Leia mais:  Ouro no Pan de Ginástica Rítmica e Jogos Escolares movimentaram o esporte do Paraná no feriado

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Paraná registra 1.802 atendimentos no projeto de Insulina Glargina para diabetes

Published

on

A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), a convite do Ministério da Saúde (MS), iniciou uma parceria com o órgão federal para implementação do projeto-piloto visando a ampliação do acesso à insulina Glargina. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o cuidado e melhorar a qualidade de vida de pacientes com diabetes mellitus, principalmente daqueles que enfrentam dificuldades no controle da glicemia com os tratamentos convencionais.

O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue e exige acompanhamento contínuo, mudanças no estilo de vida e, em muitos casos, uso diário de medicamentos e insulina. A doença também é um importante fator de risco para complicações cardiovasculares, especialmente quando não há controle adequado da glicemia.

Implementado em fevereiro deste ano, o projeto já atendeu no Paraná 1.802 pacientes até o dia 20 de maio de 2026. O Estado recebeu uma remessa de 19.891 unidades de canetas reutilizáveis de insulina Glargina para atendimento da população contemplada pelo programa.

De acordo com o secretário da Saúde do Paraná, César Neves, o projeto busca ampliar a assistência aos pacientes e avaliar os resultados clínicos da utilização da medicação na rede pública de saúde. “A proposta é oferecer um tratamento mais eficiente para pacientes que apresentam dificuldades no controle glicêmico. O acompanhamento adequado contribui para reduzir complicações e melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pessoas”, afirmou.

O tratamento contempla novos diagnósticos e a migração de pacientes que utilizam a insulina NPH, conforme indicação médica. O público atendido nesta fase inclui idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 e tipo 2, além de crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos com diabetes tipo 1. O projeto também prevê monitoramento dos pacientes atendidos, com avaliação médica e acompanhamento multiprofissional realizado pelas equipes de saúde.

Leia mais:  Abastecimento em Fernandes Pinheiro ganha reforço de 50% com novo reservatório

AÇÃO PROLONGADA – Segundo o médico endocrinologista e coordenador da Saúde do Adulto no Departamento de Atenção Primária à Saúde da SMS Curitiba, Alexei Volaco, a insulina Glargina é um análogo de insulina, ou seja, um medicamento que teve sua molécula modificada para alterar suas características de ação. “Essa modificação estrutural faz com que a insulina tenha absorção mais lenta após a aplicação subcutânea, proporcionando uma ação prolongada de até 24 horas, sem picos de ação”, explicou.

O endocrinologista reforça que o controle adequado do diabetes depende de fatores como alimentação equilibrada, prática de atividade física, adesão ao tratamento e acompanhamento regular. “O uso correto da insulina, aliado aos cuidados diários, ajuda a prevenir complicações graves da doença e proporciona mais segurança e qualidade de vida ao paciente”, completou.

PREVENÇÃO E IDENTIFICAÇÃO – Além da distribuição do medicamento, a iniciativa também destaca a importância da prevenção e da identificação precoce do diabetes. Entre os sinais mais comuns da doença estão sede intensa, aumento da vontade de urinar, fadiga, emagrecimento sem causa aparente e alterações na visão.

A paciente Martha Notburga Rosniecek, de 90 anos, que participa do projeto-piloto, relata melhora significativa no controle da glicemia após o início do tratamento com a insulina Glargina. ‘Estou me dando muito bem com essa nova insulina. Parece que ela é melhor do que a outra que eu usava. Depois que comecei o tratamento, meus exames melhoraram bastante e a glicemia ficou mais controlada no dia a dia. Isso me trouxe mais tranquilidade e segurança’, relatou.

Leia mais:  Ouro no Pan de Ginástica Rítmica e Jogos Escolares movimentaram o esporte do Paraná no feriado

Segundo ela, o acompanhamento realizado pelas equipes de saúde também tem contribuído para melhorar a qualidade de vida. Hoje consigo acompanhar melhor os resultados e percebo que os níveis diminuíram bastante. Acho que melhorou muito”, afirmou Martha.

Para Antônio José Bertulino, de 83 anos, a utilização da insulina Glargina trouxe melhora significativa no controle da glicemia e mais qualidade de vida. “Antes eu tinha muita dificuldade para controlar o diabetes. Mesmo usando a outra insulina, a glicemia chegava a níveis muito altos. Depois que comecei a usar a insulina Glargina, melhorou bastante. Hoje, em alguns dias, a medição fica em 90, 87. Isso traz mais tranquilidade e segurança. Ter acesso gratuito a esse medicamento pela rede pública está sendo muito bom e fez diferença na minha saúde”, relatou.

PRODUÇÃO NACIONAL – A adoção desta estratégia pelo Ministério da Saúde (MS) é uma resposta à escassez global das insulinas humanas, NPH e regular, registrada desde 2023. Para reduzir a vulnerabilidade do país e fortalecer a produção nacional, foi formalizada em abril de 2025 a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) de insulina Glargina.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262