Paraná
Paraná alcança saldo positivo de 66.243 novas empresas no primeiro semestre de 2023
O Paraná registrou saldo positivo de 66.243 novas empresas no primeiro semestre de 2023, de acordo com o divulgado nesta quinta-feira (6) pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar). Essa é a diferença de 145.890 aberturas e 79.647 baixas.
Um dos destaques do semestre é o crescimento no número de aberturas, que registrou evolução de 3,87% (145.890 em 2023 e 140.461 em 2022). Foram 25.409 novas empresas em janeiro; 22.959 em fevereiro; 27.823 em março; 21.361 em abril; 24.854 em maio; e 23.484 em junho. Com isso, o Paraná alcançou a marca de 1,58 milhão empresas ativas – com as filiais, são 1,66 milhão.
Do total de empresas abertas neste primeiro semestre, a maioria corresponde a MEIs, 75,14%, outros 22,32% foram LTDA e 2,17% tiveram registro como Natureza Jurídica Empresário. Os outros segmentos tiveram percentual pequeno: S/A (fechada) (0,22%), S/A (aberta) (0,03%) e Cooperativa (0,07%).
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TEMPO – Em junho, o tempo médio de abertura de empresas no Estado foi de 13 horas e 25 minutos, representando o 8º melhor tempo entre os estados do País, ao lado de Bahia e Tocantins. Foram analisados 5.409 processos, o terceiro maior movimento do Brasil, atrás de São Paulo (23.163) e Minas Gerais (6.275). No Brasil, o tempo médio de abertura de empresas, em junho, foi de 1 dia e 9 horas (33 horas), com o movimento de 62.802 processos.
Esse é o 16º mês consecutivo em que um empreendedor leva menos de um dia para regularizar sua empresa no Paraná. O último mês havia sido em fevereiro de 2022, com 1 dia e 2 horas. Em relação a abril de 2019, último dado consolidado da plataforma Rede Sim, com tempo de 3 dias e 6 horas (78 horas), a redução chegou a 65 horas.
O recorde no tempo de abertura de empresas foi alcançado em maio deste ano: 11 horas e 16 minutos, com um movimento de 4.958 processos no período. Os dados podem ser encontrados no e na RedeSim, do governo federal.
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O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, de validação cadastral que os órgãos efetuam e de efetivação do registro e obtenção do CNPJ. Não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para funcionamento do negócio.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.
Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez
De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.
Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.
Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.
Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.
Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.
Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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