Paraná
Orquestra Sinfônica do Paraná se apresenta em Campina Grande do Sul nos dias 24 e 25
A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) mais uma vez sai do espaço do Teatro Guaíra para uma nova apresentação do projeto Guaíra para Todos. Desta vez, a Orquestra chega ao município de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, nos dias nos dias 24 e 25 de setembro.
Os concertos serão regidos pelo maestro convidado Alexandre Brasolim no acontecem no Teatro Municipal José Carlos Zanlorenzi com entrada gratuita. Eles vão ter obras de Wolfgang Amadeus Mozart, John Williams, Ludwig van Beethoven e George Frideric Handel.
O projeto foi criado em 2016 e é uma iniciativa do Centro Cultural Teatro Guaíra que tem por objetivo democratizar o acesso à música, à dança e ao teatro em diferentes regiões do Estado. Com um repertório bem diversificado com clássicos atemporais e sucessos populares, a apresentação foi especialmente elaborada para agradar a todas as idades e gostos musicais, convidando o público a viver uma experiência única com a música sinfônica. Somente nas apresentações deste ano da Orquestra Sinfônica do Paraná, o projeto chegou a quase 3 mil espectadores.
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“O Teatro Guaíra tem a missão de aproximar a cultura de todos os paranaenses, e o projeto vem cumprindo esse papel. Levar a Orquestra Sinfônica do Paraná para esta apresentação em Colombo é uma forma de reafirmarmos que a arte deve estar em todos os lugares e ser apreciada por todos”, afirma o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro.
Com 40 anos de trajetória, a OSP já ultrapassou mil apresentações dentro e fora do Paraná, com um repertório de mais de 900 obras catalogadas. Apenas em 2024, a orquestra levou sua música a mais de 90 mil pessoas, reafirmando seu papel como um dos principais conjuntos sinfônicos do Brasil.
Serviço:
Orquestra Sinfônica em Campina Grande do Sul
Datas: 24 (quarta-feira), às 9h30, e dia 25 (quinta-feira), às 20h
Local: Teatro Municipal José Carlos Zanlorenzi – Campina Grande do Sul
Programa do dia 24/09
Wolfgang Amadeus Mozart – “Uma pequena serenata noturna”
Zequinha de Abreu – “Tico-tico no fubá”
Samuel Scheidt – “Galliard Battaglia”
John Williams – “Marcha Imperial (Star Wars)”
John Williams – “Harry Potter”
Carl Vaudrin – “Minion Rush”
Programa do dia 25/09
George Frideric Handel – “Música aquática: Suíte nº 2 em ré maior, HWV 349”
Franz Joseph Haydn – “Armida, Hob. XXVIII:12 – Abertura”
Ludwig van Beethoven – “As criaturas de Prometeu – Abertura da ópera”
Wolfgang Amadeus Mozart – “Sinfonia nº 35 em ré maior, K. 385 Haffner”
Fonte: Governo PR
Paraná
PGJ defende cooperação internacional permanente para enfrentar o crime organizado transnacional
O Procurador-Geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, participou nesta quinta-feira, 23 de julho, da Conferenza di Consenso – Para Além das Fronteiras do Crime: A Experiência de Brasil e Itália por uma Aliança de Valores contra as Máfias Transnacionais, realizada na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo. O encontro reuniu autoridades brasileiras e italianas para discutir estratégias conjuntas de prevenção e repressão às organizações criminosas que atuam além das fronteiras nacionais.
O PGJ integrou a mesa de abertura do evento ao lado do ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, ex-Ministro das Relações Exteriores e ex-Juiz da Corte Internacional de Justiça Francisco Rezek; do Ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva; do Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Sérgio de Oliveira e Costa; do Procurador-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira; do responsável pelos Programas de Justiça e Segurança do Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália e Diretor-djunto do El Paccto 2.0, Giovanni Tartaglia Polcini; da Vice-Secretária-Geral e Secretária Técnico-Científica da Organização Internacional Ítalo-Latino-Americana (IILA), Tatiana Ribeiro Viana; e do Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo e Conselheiro da Escola de Segurança Multidimensional da Universidade de São Paulo (ESEM-USP), Lincoln Gakiya.
Posição estratégica – Em sua apresentação, Zanicotti destacou as profundas transformações do crime organizado nos últimos anos e a necessidade de as instituições evoluírem na mesma velocidade para enfrentá-lo. Segundo ele, as facções criminosas ampliaram sua atuação internacional, operam em rede, movimentam recursos em diferentes países, exploram brechas regulatórias, utilizam tecnologias cada vez mais sofisticadas e buscam infiltrar-se na economia formal e nas estruturas públicas.
O PGJ também chamou atenção para a posição estratégica do Paraná nesse cenário. Com a tríplice fronteira e o Porto de Paranaguá — principal porto graneleiro da América Latina —, o Estado ocupa posição sensível nas rotas utilizadas pelo crime organizado, o que exige investimentos permanentes em inteligência, tecnologia e integração entre as instituições.
Modelo permanente e descapitalização – Durante a conferência, Zanicotti defendeu que a cooperação internacional deixe de ocorrer apenas de forma pontual e passe a constituir um modelo permanente de atuação, baseado no compartilhamento de inteligência, na interoperabilidade entre bases de dados, em investigações financeiras coordenadas e na recuperação internacional de ativos ilícitos. Para ele, acordos de cooperação somente produzem resultados quando se traduzem em ações contínuas entre as instituições.
Outro ponto enfatizado foi a necessidade de concentrar esforços não apenas na responsabilização dos integrantes das organizações criminosas, mas também na descapitalização dessas estruturas. O Procurador-Geral defendeu estratégias voltadas ao rastreamento do fluxo financeiro do crime, ao confisco de bens e ao combate à infiltração das facções na economia legal, além da atuação integrada entre Ministério Público, Poder Judiciário, forças policiais, órgãos de inteligência e administrações tributárias.
Investimentos – Ao apresentar iniciativas desenvolvidas pelo Ministério Público do Paraná, Zanicotti destacou os investimentos em inteligência artificial, ciência de dados, integração de bases de informações e fortalecimento das investigações patrimoniais. Também citou operações conduzidas pelo Gaeco e o trabalho desenvolvido em cooperação com outros órgãos públicos no combate às organizações criminosas e na recuperação de ativos.
Encerrando sua participação, o Procurador-Geral afirmou que o avanço das organizações criminosas exige respostas igualmente articuladas, fortalecendo a cooperação institucional com parceiros nacionais e internacionais. Segundo ele, a proteção da sociedade, da economia legal e do Estado de Direito depende de uma atuação integrada, permanente e baseada no compartilhamento de conhecimento e de inteligência.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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