Paraná
Órgãos estaduais funcionarão em horários diferenciados no feriado de Finados
As secretarias e órgãos públicos estaduais terão uma escala especial de funcionamento durante o feriado nacional de Finados, celebrado nesta quinta-feira (02). As alterações no expediente, contudo, não abrangem os serviços considerados essenciais e que não admitem paralisação, caso dos hospitais e delegacias de polícia.
Neste período, os espaços culturais do Estado contarão com uma ampla programação ao público, enquanto alguns parques estaduais terão restrições para visitação.
VEJA O QUE ABRE E FECHA:
HEMEPAR – Todas as unidades do Hemepar estarão fechadas na quinta-feira (2). Na sexta-feira (3), as unidades de Toledo, Paranaguá, Jacarezinho, Cornélio Procópio, Cianorte, Irati e o Biobanco estarão fechadas. No sábado (14), funcionam as que costumeiramente abrem (Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu).
FARMÁCIAS – Todas as unidades da Farmácias Paraná estarão fechadas na quinta (2) e sexta-feira (3).
CEASAS – As cinco Ceasas do Paraná, nas cidades de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu, assim como a sua administração central, estarão fechadas nesta quinta-feira (2). Todos os mercados atacadistas voltam a atender normalmente na sexta-feira (3). Apenas a administração central, em Curitiba, estará fechada nessa data.
SANEPAR – Com exceção do Litoral do Estado, as centrais da Sanepar permanecem fechadas na quinta e sexta-feira (2 e 3). Durante o feriado e fim de semana, os clientes podem buscar outros canais de relacionamento via WhatsApp no número (41) 99544-0115, via telefone 0800 200 0115, pelo e-mail [email protected] ou no site sanepar.com.br.
No Litoral, o atendimento aos clientes funcionará na sexta-feira (3), das 9h às 15h, nos seguintes endereços:
Guaratuba – Av. Sete de Setembro, 19 Matinhos – Rua da Fonte, 264 – Centro
Matinhos – Rua da Fonte, 264 – Centro
Pontal do Paraná – Rodovia PR 412, 6330 – Ipanema
ESPAÇOS CULTURAIS – O Museu Oscar Niemeyer (MON) abrirá normalmente no feriado de Finados com diversas exposições em cartaz. Também há espetáculos em cartaz no Centro Cultural Teatro Guaíra (CCTG), Museu de Arte Contemporânea (MAC Paraná), Museu da Imagem e do Som (MIS-PR) e Museu Paranaense (MUPA), além da programação normal nos demais espaços culturais. Confira AQUI a programação completa.
COMPAGAS – Não haverá expediente na sede e na agência de atendimento presencial na quinta e sexta-feira (2 e 3). Informações e solicitações podem ser feitas pelo telefone 3004-3400 e plataforma Compagas Virtual. Para avisos de emergências, a Central de Atendimento pode ser acionada pelo telefone 0800 643 8383.
RECEITA ESTADUAL – As delegacias e agências da Receita Estadual estarão fechadas nos dias 2 e 3 de novembro. Na sexta-feira (3), haverá atendimento por meio do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), das 7h às 19h, pelos números (41) 3200-5009 (Curitiba e Região) e 0800-041-1528 (demais localidades).
JUNTA COMERCIAL – Não haverá expediente na sede da Jucepar nos dias 2 e 3, com retorno às atividades na segunda-feira (6).
FOMENTO PARANÁ – Com base nas orientações do Banco Central e no calendário de feriados bancários da Febraban, não haverá expediente na Fomento Paraná na quinta-feira (2). Na sexta (3), o atendimento aos clientes funcionará em sistema de plantão na Central de Atendimento, pelo telefone (41) 3200-5900.
DETRAN – Nos dias 2 e 3 a sede do Detran-PR, em Curitiba, e os postos de atendimento e das 100 Ciretrans em todo o Estado estarão fechados. O atendimento ao público será retomado normalmente na segunda-feira (6), das 8h às 16h. Mesmo sem o atendimento presencial, os cidadãos têm acesso a serviços personalizados no novo portal online do Detran-PR e via aplicativo Detran Inteligente. Nestes canais, é possível consultar a pontuação da CNH, verificar o extrato de débitos de veículos e agendar atendimentos.
IAT – Em razão das questões climáticas, com as fortes chuvas que afetam diversas regiões do Paraná, o Instituto Água e Terra (IAT) optou por fechar 11 Unidades de Conservação (UCs) durante o feriado de Finados. Assim, os parques Serra da Baitaca, Guartelá, Salto São João, Pico Marumbi, Pico Paraná, Vale do Codó, Salto São Francisco da Esperança, Ibicatu, Pau Oco, Mata dos Godoy e Ilha das Cobras não receberão visitantes entre esta quinta-feira (2) e o domingo (5). A medida é preventiva e visa a segurança da população, atendendo a uma orientação da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil.
PROCON – Os atendimentos presenciais do Procon-PR não funcionarão na quinta e sexta-feira (2 e 3), mas continuam normalmente de forma virtual pelo procon.pr.gov.br.
COHAPAR – A sede e os escritórios regionais da Cohapar estarão fechadas para atendimento ao público e telefônico na quinta (2) e na sexta-feira (3), com retomada das atividades presenciais na segunda-feira (6). Serviços como emissão de 2ª via de boletos, inscrições e atualização de ficha cadastral nos programas habitacionais continuam disponíveis pelo site da Cohapar.
CEIM-PR – O Centro Estadual de Informações para Migrantes, Refugiados e Apátridas fecha tanto na quinta-feira (2) quanto na sexta-feira (3), retornando às atividades normais na segunda-feira (6).
COPEL – As agências e postos de atendimento da Copel em todo o Estado fecham na quinta-feira (02), mas funcionamento normalmente na sexta-feira (03). Os endereços e horários de atendimentos podem ser conferidos no site da Copel. Todos os serviços prestados no atendimento presencial também estão disponíveis no aplicativo da Copel, pelo telefone 0800 51 00 116 ou WhatsApp no número (41) 3013-8973.
OUVIDORIA – A Ouvidoria Geral do Estado, coordenada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), não terá atendimentos presenciais ou telefônicos na quinta e sexta-feira (2 e 3). Nestes dias e durante o fim de semana é possível enviar solicitações de informação, reclamações, sugestões, elogios e denúncias via formulário online ou pelo WhatsApp, no número (41) 3883-4014.
O que muda quando as reivindicações são feitas durante neste período é início do prazo para a resposta, que começa a contar a partir do próximo dia útil. As respostas para solicitações dos cidadãos devem ser dadas em até 60 dias, enquanto os pedidos de acesso à informação têm prazo de 20 dias.
Fonte: Governo PR
Paraná
Nova atualização do Monitor de Secas aponta para continuidade da estiagem no Paraná
As regiões Oeste e Noroeste do Paraná estão em situação de seca fraca, de acordo com o Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas, divulgado nesta quinta-feira (16). O estudo é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. Agora todas as regiões paranaenses registram algum tipo de seca no mapa referente a março.
Nas cidades de divisa com São Paulo, de Sengés à Jacarezinho, houve um recuo da seca grave para moderada. Além destas cidades, a seca moderada também atinge o Vale do Ribeira, as cidades mais ao norte do Litoral, do Sul até a cidade de Pinhão e parte mais ao sul do Sudoeste paranaense. Nas outras regiões, há registro de seca fraca.
No norte da Região Metropolitana de Curitiba, nos Campos Gerais e no Norte Pioneiro, a seca já está estabelecida há mais de um ano. Os impactos são de curto e longo prazo no Norte do Paraná, ou seja, podem prejudicar a agricultura e o abastecimento de água; e de curto prazo nas demais áreas, ou seja, prejudicando apenas a agricultura.
CHUVAS RECENTES – A irregularidade das chuvas nos últimos meses foi o principal fator para o avanço da seca, que já era observada no Centro-Leste e Centro-Norte do Paraná, para a faixa oeste. Janeiro, fevereiro e março são os meses com maior volume de chuva no Estado, porém o verão registrou chuvas com má distribuição.
A situação ficou mais crítica em março. Entre as 47 estações meteorológicas do Simepar com mais de seis anos de operação, apenas oito atingiram o volume histórico de chuva para o mês de março de 2026. Algumas delas registraram menos de 25 mm de chuva durante o mês inteiro, como é o caso de Cascavel, Curitiba, Irati, Loanda, Pato Branco e Santo Antônio da Platina.
“Essa precipitação abaixo da média histórica foi influenciada pela atuação de massas de ar seco que predominaram ao longo do mês. A ausência de movimento de umidade da região amazônica para o estado do Paraná também justifica a ocorrência de vários dias consecutivos com pouca ou nenhuma chuva, principalmente nos municípios das regiões Oeste e Sudoeste”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
O déficit de precipitação no Oeste, Noroeste e Sudoeste favoreceu para que a seca fraca se estabelecesse. “A seca fraca está relacionada à ausência de precipitação e alguns indicadores, como o crescimento baixo de algumas culturas, afetando a agricultura. Além disso, no Sudoeste especificamente, a seca se agravou um pouco mais, evoluindo de fraca intensidade para moderada. Ou seja, também há impactos em alguns riachos, rios da região. Isso pode ocasionar desabastecimento, ou alguma cultura poderá ser mais atingida que outras”, diz Kneib.
As informações da plataforma de inteligência agroclimática do Simepar, o Simeagro, apontam que os eventos pontuais de precipitação identificados nas imagens de chuva espacializada foram insuficientes para recompor o déficit hídrico acumulado. Esse comportamento se reflete em anomalias negativas moderadas no índice de vegetação, indicando redução do vigor das culturas, especialmente em áreas de soja em final de ciclo e milho segunda safra em fase inicial de desenvolvimento.
Já na região Noroeste, segundo o Simeagro, o cenário é mais crítico, com maior persistência de falta de chuva ao longo do mês de março e aumento expressivo do risco de incêndio, evidenciando condições de estresse hídrico mais severo. Nesse contexto, os impactos sobre as lavouras tendem a ser mais acentuados, com comprometimento do desenvolvimento vegetativo, maior risco de falhas no estabelecimento do milho safrinha e redução do potencial produtivo.
EM ABRIL – A tendência é de que a situação de seca continue ao longo do mês de abril. Neste mês, historicamente, as chuvas são mais volumosas em poucos episódios: são muitos dias sem chuva, e quando chove, os acumulados são mais altos. A previsão climática do Simepar indica que o Litoral terá volumes acumulados de chuva dentro ou muito próximo da média histórica para abril, e o resto do Estado registrará acumulados abaixo da média – principalmente a Região Metropolitana de Curitiba e os Campos Gerais, onde já choveu pouco em março.
A Coordenação Estadual de Defesa Civil (Cedec) acompanha o avanço da estiagem e auxilia as prefeituras de acordo com a demanda. Atualmente estão vigentes 20 decretos de situação de emergência homologados pelo Estado nos municípios de Boa Vista da Aparecida, Nova Tebas, Planalto, Realeza, Capitão Leônidas Marques, Coronel Domingos Soares, Espigão Alto do Iguaçu, Laranjal, Prudentópolis, Quedas do Iguaçu, Missal, Santa Helena, Iretama, Salto do Lontra, Roncador, Nova Prata do Iguaçu, Capanema, Santa Mariana, Borrazópolis e Antonina.
Nestes casos, o Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap) pode direcionar recursos para ações de prevenção e recuperação, como detalha o coronel Fernando Schunig, coordenador estadual da Defesa Civil. “Ao todo destinamos já R$ 324 mil para as prefeituras de Nova Prata do Iguaçu, Roncador e Antonina que solicitaram ajuda à Cedec. O dinheiro está sendo investido na compra de caixas d’água e combustível usado nos veículos pesados para obras de emergência para a captação de água”, completa.
Em 2025 e 2026 foram doados 57 reservatórios flexíveis, com capacidade de 6 mil litros de água, para 35 municípios. Os equipamentos permanecem instalados nos locais com maior demanda e podem ser reabastecidos. Este ano foram enviadas ainda 1.440 cestas básicas para os municípios de Antonina, Quedas do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Roncador, Iretama e Espigão Alto do Iguaçu.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, explica que a Companhia mantém um sistema de monitoramento constante do volume dos mananciais e acompanha a evolução do quadro de estiagem em todas as regiões do Paraná.
“Graças ao sistema Infohidro, ferramenta desenvolvida em parceria com o Simepar e o IAT, podemos realizar a gestão de riscos e estamos trabalhando ininterruptamente para garantir a regularidade do abastecimento. No entanto, água é um bem finito e sua disponibilidade depende de um esforço coletivo. Por isso, a Sanepar reforça a necessidade do uso consciente e racional da água, evitando o desperdício”, recomenda Bley.
MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.
O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.
No Brasil, no mapa divulgado nesta quinta-feira (16), a seca grave, assim como no Paraná, recuou para moderada em cidades de Minas Gerais, São Paulo e Goiás. A área de seca extrema também reduziu, ficando restrita agora a cidades do Ceará e do Rio Grande do Norte. No país, a única região que ainda tem registro de seca grave é o Nordeste.
A seca moderada atinge, além do Paraná, maior parte de São Paulo; cidades ao sul e noroeste de Minas Gerais; uma pequena área a noroeste do Mato Grosso do Sul; cidades ao sul e nordeste de Goiás; a maior parte da região Nordeste, com exceção do Maranhão; e algumas cidades ao leste do Piauí, no Norte.
A seca fraca aparece em quase toda a região Sul, em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí e Amazonas, e em pequenas áreas do Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Amapá e Pará. Os únicos estados brasileiros sem qualquer registro de seca neste mapa do Monitor de Secas são o Acre e o Espírito Santo.
O Monitor de Secas explica que, apesar dos episódios de chuva intensa registrados em Minas Gerais nos últimos meses, a condição de seca infelizmente permanece. “Esse aparente contraste se explica pela má distribuição das chuvas no tempo e no espaço, muitas vezes concentradas em poucos dias e em áreas isoladas, o que limita a recuperação das reservas hídricas. Assim, eventos de cheias podem coexistir com escassez hídrica, em razão do déficit acumulado e do início desfavorável da estação chuvosa 2025/2026”, detalha o estudo.
Fonte: Governo PR
-
Agro7 dias agoInadimplência no crédito rural atinge recorde e reforça necessidade de gestão financeira no campo
-
Agro7 dias agoAgrotins volta em maio e consolida vitrine de tecnologia no Norte
-
Entretenimento5 dias agoCarlos Alberto de Nóbrega conhece bisneto recém-nascido e se emociona na web
-
Brasil6 dias agoProjeto Defensoras Populares amplia alcance e inicia formação em São Paulo
-
Esportes5 dias agoGrenal sem graça termina zerado no Beira-Rio e frustra torcidas gaúchas
-
Esportes4 dias agoCruzeiro vira para cima do Bragantino e sai da lanterna no Brasileirão
-
Agro5 dias agoEstado avança como nova fronteira de grãos fora da janela tradicional
-
Brasil6 dias agoGoverno do Brasil sanciona novo marco para prevenção e controle do câncer no SUS
