Paraná
Oportunidade: Governo do Estado tem mais de 340 vagas de estágio abertas
O período de férias entre o primeiro e o segundo semestre do ano letivo pode ser uma boa oportunidade para o estudante buscar uma vaga de estágio. Atualmente, a Central de Estágio do Paraná, coordenada pela Secretaria da Administração e da Previdência, está com 346 vagas abertas em várias cidades do Paraná. As oportunidades são para os estudantes atuarem nos órgãos do Poder Executivo (secretarias e autarquias), bem como nas universidades estaduais, responsáveis pelo processo seletivo.
Podem concorrer às vagas estudantes do Ensino Médio, Ensino Médio Técnico e Ensino Superior. A Central também reúne vagas para estágio obrigatório não remunerado em cursos que têm essa exigência. O cadastro e a candidatura para as vagas são realizados exclusivamente pelo site www.centraldeestagio.pr.gov.br/.
“Durante as férias escolares, percebemos que há uma baixa procura pelas vagas, mas ressaltamos que é uma excelente oportunidade para os estudantes conhecerem o mundo do trabalho e também a atuação dentro da administração pública”, destaca o secretário da Administração, Elisandro Frigo.
De acordo com o secretário, os estagiários do Governo do Paraná recebem bolsa-auxílio e vale-transporte, e após 180 dias úteis têm direito a recesso remunerado. Os contratos têm duração de dois anos, e as atividades são acompanhadas e avaliadas por um supervisor. As vagas são sempre disponibilizadas entre os dias 1º e 20 de cada mês.
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EXEMPLO – O servidor Wellington Dias de Paula tinha 16 anos quando começou a estagiar no Governo do Estado em 2007. “Ainda não sabia muito bem qual área seguiria em minha carreira, mas o estágio me motivou a tentar um concurso público”, conta.
Em 2009, foi aprovado em um concurso público do Estado e, desde então, atua na Secretaria da Administração. Em 2023, Wellington assumiu o desafio de chefiar o Departamento de Logística para Contratações Públicas do Estado.
“Aprendi muito enquanto era estagiário, e isso me abriu horizontes. Hoje acho fundamental transmitir todo esse conhecimento para os novos profissionais”, diz. O departamento do servidor atualmente está com duas vagas de estágio abertas.
Número de vagas por nível de ensino:
Ensino Médio: 44 vagas
Ensino Médio Técnico: 26 vagas
Ensino Médio Técnico Subsequente (quando o aluno já concluiu o ensino médio e agora cursa um técnico): 18 vagas
Ensino Superior: 246 vagas
Pós-graduação: 12 vagas
Estágio obrigatório: 24 vagas
Fonte: Governo PR
Paraná
Tribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019
O Tribunal do Júri de Maringá condenou a 23 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela morte da própria filha, de 11 anos de idade, em crime praticado em 2019 em Rolândia, no Norte Central do estado. Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Durante a sessão de julgamento, que teve início na última quarta-feira, 16 de setembro, o acusado confessou a autoria do crime.
O crime – De acordo com as apurações, o pai matou a filha no dia 24 de abril de 2019 por asfixia mecânica (esganadura) e enterrou o corpo da criança na garagem de uma casa pertencente à família. Após a prática criminosa, pai e avó da vítima agiram em conjunto na tentativa de esconder o crime e dificultar as investigações sobre os fatos. Eles procuraram a autoridade policial para relatar o suposto desaparecimento da criança, forneceram informações inverídicas e conflituosas aos investigadores e mantiveram desligadas e formataram as câmeras de segurança que havia no local e que poderiam auxiliar na elucidação dos fatos.
Ao final de dois dias de julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as teses sustentadas em denúncia pelo MPPR e reconheceu as qualificadoras do crime de homicídio: o uso de meio cruel (asfixia), o recurso que dificultou a defesa da vítima e o feminicídio (na época, o feminicídio ainda não era tipificado como um crime autônomo).
O MPPR havia inicialmente denunciado a avó paterna pelos mesmos crimes, mas, na sessão de julgamento, pleiteou a absolvição da ré, pois as provas demonstraram que ela acabou sendo envolvida nos fatos por responsabilidade do acusado. Os jurados acataram o pedido, e ela foi absolvida.
Atuaram no Júri, pelo Ministério Público do Paraná, a Promotoria de Justiça de Maringá e integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gajuri).
Desaforamento – A sessão do júri foi realizada em Maringá após uma decisão de desaforamento do caso. O desaforamento ocorre, quando necessário, para garantir que o julgamento seja imparcial e seguro, aplicando-se essa medida quando a comoção local impede a formação de um júri neutro, quando há riscos à segurança do réu ou à ordem pública ou quando há excesso de demora no fórum original.
Processo 0003684-89.2019.8.16.0148
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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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