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Municípios já podem aderir a programa de Atenção Primária do Ministério da Saúde

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A Secretaria de Estado da Saúde orienta que o Ministério da Saúde já disponibilizou o sistema para solicitação de adesão aos municípios que queiram participar do programa de incentivo financeiro federal de implantação, custeio e desempenho para as modalidades de equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (APS). A medida foi oficializada pela Portaria nº 635/2023, que classifica as equipes multiprofissionais como uma ferramenta complementar e integrada às demais equipes de APS, fortalecendo o cuidado multidisciplinar e especializado.

“Essas equipes possuem um papel central no reforço à Atenção Primária, uma das principais linhas de frente do atendimento em saúde da população. O Paraná tem investido profundamente na descentralização dos serviços e congratula esta ação, que trará benefícios sobretudo para quem mais precisa”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Os valores de repasse mensal de custeio variam entre R$ 12 mil e R$ 36 mil, a depender da modalidade de equipe ofertada pelo município. Os profissionais podem atuar em especialidades como Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Hanseonologia e Infectologia. Entre as principais ações desenvolvidas estão o atendimento individual, em grupo e domiciliar e discussão de casos, além da oferta de práticas de saúde a distância.

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As solicitações de credenciamento destas equipes para 2023 devem ser por meio do sistema e-Gestor AB, no módulo “Gerencia APS” e seleção do card “Emergencial – Portaria GM/MS nº 544/23”, através deste link.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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