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Operação Intramuros reforça fiscalização em penitenciárias do Paraná

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Cinco unidades prisionais do Paraná foram inspecionadas nesta terça-feira (14) durante a Operação Intramuros, ação conjunta da Polícia Penal (PPPR) e da Polícia Militar do Paraná (PMPR). A atuação ocorreu nas unidades de Piraquara, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão e Foz do Iguaçu e abrangeu mais de quatro mil pessoas privadas de liberdade.

A ação tem caráter preventivo e busca assegurar a disciplina interna, prevenir a entrada e circulação de ilícitos e reforçar o controle do Estado sobre o sistema prisional. A operação atua de forma direta contra a articulação de facções criminosas, coibindo a entrada de objetos ilícitos e o planejamento de atividades criminosas voltadas para fora dos presídios.

“Essa operação é essencialmente de manutenção, visando garantir a segurança da unidade, dos policiais, colaboradores e pessoas privadas de liberdade no interior das unidades penais”, afirma Marcos Antonio de Paula, diretor de Segurança da PPPR.

“Já realizamos rotineiramente um trabalho específico em todas as unidades. Por isso, para nós, hoje, é importante não encontrarmos nenhum tipo de objeto ilícito nas unidades, pois isso reflete que estamos realizando um trabalho intenso que tem conseguido coibir a entrada de irregularidades. Nesse trabalho conjunto, mostramos a força do Estado contra a criminalidade”, completa.

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Durante a operação, a Polícia Militar atuou de forma integrada nas áreas interna e externa das unidades prisionais, com foco na manutenção da disciplina e da ordem pública. Na parte externa, o policiamento teve caráter preventivo, com patrulhamentos estratégicos para garantir a tranquilidade das ações. 

“A operação é uma forma de mostrar à população que as forças de segurança estão atentas e atuantes. Temos uma preocupação especial com o entorno das unidades, onde circulam familiares de detentos e moradores da região. Nosso papel é assegurar que não haja ilícitos nas áreas próximas, transmitindo tranquilidade e reforçando a sensação de segurança”, destaca o Comandante do 6º Comando Regional de Polícia Militar, coronel Omar Bail.

Para a execução da operação, foram mobilizados cerca de 300 policiais das duas forças, que realizam revistas em alojamentos e demais áreas das unidades.

Fonte: Governo PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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