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Região Metropolitana

ONG é impedida de erguer casas novas para moradores de área de preservação, em São José dos Pinhais

Publicado

G1 PR

Voluntários foram impedidos de erguer casas novas para famílias da Vila São Judas Tadeu, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

A ação organizada pela Organização Não-Governamental (ONG) Teto estava marcada para acontecer neste sábado (13), mas a construção foi proibida por fiscais da prefeitura. A justificativa da prefeitura é de que o local é uma área de preservação e não pode receber moradias.

Os fiscais também impediram que as casas antigas que já tinham sido demolidas para a construção das novas fossem reerguidas. As casas tinham sido demolidas no dia anterior a pedido da ONG para que o trabalho de construção fosse mais rápido.

“Como a gente vai ficar sem teto? Não tem como. Sem condições”, afirmou o morador da vila, Alair Pereira.

Sem casa antiga ou nova, os moradores tiveram que dormir na casa de parentes. Os móveis que estavam dentro das casas demolidas ficaram espalhados pelo local. De acordo com os moradores, os materiais foram levados pela prefeitura.

“Não apareceu nenhuma ajuda”, afirmou Angélica Chagas, que foi para a casa da irmã, onde vivem mais dez pessoas.

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Segundo os moradores, a vila foi ocupada há cerca de três décadas.

A ONG informou que recebeu uma notificação da prefeitura de São José dos Pinhais na sexta-feira (12) e que obedeceu a ordem de não construir as casas.

A ONG explicou também que é praxe pedir às famílias que derrubem as casa um dia antes da construção, mas que a expectativa era de que, com a proibição, os moradores fossem autorizados a reerguer as casas onde já viviam.

“A gente não entende muito bem o que aconteceu, mas as famílias não puderam reerguer suas moradias, e isso deixa as pessoas em uma situação extremamente vulnerável e mais frágil ainda do que já é toda aquela região”, afirmou a diretora do Teto, Nina Scheliga.

A Prefeitura de São José dos Pinhais informou que foi notificada pelo Ministério Público do Paraná na sexta-feira (12) e que a construção traria riscos para os moradores e o meio ambiente.

“Nós acompanhamos por ser uma área de preservação ambiental, com muitas nascentes e afloramento natural de água”, afirmou o procurador do município, Ariston Ghidin.

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Segundo Ghidin, a área é de propriedade do governo estadual, mas a responsabilidade pela preservação é do município.

A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), do Governo do Estado, informou que o local é uma área de preservação permanente que apresenta alto risco de alagamento e que o espaço está incluído no projeto de criação de um parque.

A Comec afirmou também que a implementação deste parque está sob revisão técnica para contratação de obras e execução.

A Procuradoria Geral do Estado informou que “a área está sub júdice com pedido de reintegração de posse autorizado desde 2018 e ainda não executado pelo juízo”.

Protesto

Os moradores que ficaram sem casa protestaram no sábado (13).

Eles bloquearam uma das pistas no sentido litoral da BR-277, no km 77. A manifestação começou por volta das 18h10. A rodovia foi liberada às 20h.

Uma via de acesso do bairro à rodovia também foi bloqueada pelas famílias que faziam a manifestação.

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IPVA 2022 Paraná: veja como pagar com Pix ou em até 12x

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