Connect with us


Agro

Oeste da Bahia registra leve retração na área cultivada de algodão para a safra 2025/26

Publicado em

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Aiba) aponta uma redução de 2,4% na área cultivada de algodão no Oeste da Bahia para a safra 2025/26, passando de 413 mil hectares para 403 mil hectares.

Diferente de outras culturas que registram expansão, o algodão apresenta ajuste estratégico, priorizando a eficiência no uso de insumos e a rentabilidade por hectare.

Produtividade média permanece estável

De acordo com o Boletim da Safra 2025/26 da Aiba, a produtividade média esperada segue em 332 arrobas por hectare, mantendo o mesmo nível do ciclo anterior. A produção total projetada para a região é de 2,006 milhões de toneladas de algodão em caroço.

O boletim destaca que a cultura do algodão demanda alto investimento e manejo técnico intensivo, exigindo avaliação criteriosa do potencial produtivo de cada área.

Mercado internacional e custos logísticos influenciam decisões

Embora ainda não haja dados detalhados sobre comercialização nesta fase inicial da safra, o cenário do mercado internacional, com flutuações de preços e custos logísticos, tem papel relevante nas decisões dos cotonicultores, impactando o planejamento de plantio e estratégias de venda.

Leia mais:  Café inicia semana em alta após forte queda; clima e tarifas dos EUA pressionam mercado
Oeste da Bahia segue como polo estratégico

Apesar da leve retração, o Oeste da Bahia mantém-se como uma das principais regiões produtoras de algodão do Brasil, com destaque na balança comercial e na geração de empregos no campo.

A expectativa é que investimentos em tecnologia e boas práticas agronômicas garantam a competitividade da cultura, mesmo diante de um cenário mais cauteloso para a temporada 2025/26.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Abertura de mercados para produtos brasileiros em Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai

Published

on

As autoridades sanitárias e fitossanitárias de Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai comunicaram ao Brasil a abertura de mercados para novos produtos brasileiros.

Para Antígua e Barbuda, está autorizada a exportação de carnes, produtos cárneos e miúdos de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos.

Para o Chile, foi autorizada a exportação brasileira de extrato de carne de ruminantes para consumo humano.

Para a Argélia, está autorizada a exportação de grãos secos de destilaria (DDG) de milho brasileiro.

A China, por sua vez, autorizou a exportação de miúdos internos, pele e ossos de suínos de origem brasileira.

O Paraguai, por fim, autorizou a exportação brasileira de fibra de coco (substrato).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Leia mais:  Paraná amplia exportações de proteínas animais e registra avanço na produção de amoras, aponta Deral
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262