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Novo viaduto de São José dos Pinhais chega a 42% de execução

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), chegou aos 42,1% de execução do novo viaduto no entroncamento da BR-376 com a Rua Joinville e Alameda Bom Pastor, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A obra é conhecida localmente como Viaduto do Bradesco.

Neste mês foi realizado o desvio do tráfego da rodovia federal para as novas vias marginais da obra, permitindo o avanço na implantação da infraestrutura do viaduto. Ao mesmo tempo, continuam evoluindo os serviços de terraplenagem e pavimentação das duas novas rotatórias que futuramente vão disciplinar o tráfego de veículos entre as marginais e as duas vias municipais, que vão se conectar abaixo do viaduto.

O pavimento da BR-376 no local da obra já foi demolido para receber serviços de terraplenagem, e também já foram iniciados os serviços de cravação de estacas pré-moldadas e concretagem dos blocos de fundação e dos pilares do viaduto. As vigas longitudinais que compõem parte da superestrutura da obra de arte especial já estão concluídas no canteiro de obras, para serem lançadas sobre as vigas transversais da mesoestrutura quando os serviços atingirem essa etapa.

CONTENÇÃO –Também estão em execução os serviços de contenção da estrutura, que utiliza a técnica de terra armada. Para garantir que a contenção pudesse ser feita sem bloqueio da rodovia federal ou desvio total do tráfego para as vias municipais, o DER/PR modificou a metodologia original, dividindo os serviços em etapas.

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Na primeira etapa, foram interditadas uma pista em cada sentido da BR-376 para iniciar os serviços de contenção nestes espaços. A segunda consistiu na execução das vias marginais. A terceira etapa, em andamento, é o desvio do tráfego para finalizar os serviços de contenção por terra armada nos espaços ocupados pelas pistas restantes da rodovia, já sem tráfego de veículos.

Isso estendeu o prazo para finalização da contenção da obra, mas garantiu a trafegabilidade do trecho sem prejuízos a usuários e moradores. E com as placas pré-moldadas de concreto (também conhecidas como escamas) já totalmente prontas, o serviço deve ter um ritmo acelerado.

REDES – Outra novidade proporcionada pela construção do Viaduto do Bradesco foi solucionar a falta de uma rede coletora de esgoto no local da obra, algo verificado já no início dos trabalhos. O DER/PR, juntamente com a Sanepar e a Prefeitura de São José dos Pinhais, viabilizaram a implantação do sistema, acabando com o lançamento irregular de esgoto na rede de água pluvial, bem como os vazamentos a céu aberto.

As tratativas para chegar a essa solução, não prevista no planejamento inicial da obra, impactaram o cronograma do viaduto, mas proporcionaram melhorias sociais e ambientais aos moradores e usuários. Com isso os serviços de implantação de dispositivos de drenagem puderam ser executados com foco em lidar com as águas da chuva, inclusive tendo sido incluída na obra a recomposição do pavimento da Rua Planalto, atingida pela implantação de rede de drenagem com diâmetro de 1,80 metro.

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PROJETO – O viaduto é uma das obras mais importantes em execução em São José dos Pinhais, custeado pelo Governo do Paraná, com investimento de R$ 36.822.273,34. A obra teve seu projeto elaborado pela prefeitura do município e foi doado ao DER/PR.

O projeto prevê a elevação das pistas de rolamento da BR-376 para o tráfego de longa distância, com o trânsito de veículos das vias municipais pela passagem inferior do viaduto e por meio de duas rotatórias na altura da Rua Joinville e Alameda Bom Pastor. Isso evitará os congestionamentos e longos períodos de espera na interseção atual, o que garantirá mais segurança aos usuários.

A região concentra casos recorrentes de congestionamento, principalmente na alta temporada. A obra vai garantir rapidez de acesso aos bairros para moradores locais e agilizar o deslocamento dos viajantes rumo Curitiba ou Santa Catarina

Fonte: Governo PR

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Paraná inicia implantação inédita de Museus Satélites com abertura do MUPA Londrina

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O primeiro de oito satélites dos museus estaduais foi inaugurado na noite desta quarta-feira (1º), em Londrina, no Norte. O MUPA Londrina integra a política pública de Museus Satélites do Governo do Estado, via Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), que tem como objetivo descentralizar o acesso de mais de 3 milhões de peças dos acervos dos equipamentos culturais estaduais, até então concentrados na Capital. Esta é a primeira vez na história da gestão pública do Paraná que museus estaduais são implantados fora da capital, Curitiba.

Nos próximos meses, serão implantados outros sete satélites em diferentes regiões do Paraná, que funcionarão, na prática, como extensões permanentes desses equipamentos culturais. Para a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, o projeto representa a materialização da política de descentralização cultural do Estado. “Todos os equipamentos culturais que o Estado faz a gestão estavam concentrados em Curitiba. Nós fizemos diversas ações e hoje, aqui em Londrina, inauguramos o pontapé inicial do projeto que materializa essa descentralização cultural, em fomento, incentivo e acesso, diretrizes pelas quais temos trabalhado intensamente desde 2019”, afirmou.

A noite de quarta-feira também foi marcada por outro momento importante para a cultura da cidade: a reabertura do Museu de Arte de Londrina, que ocupa o espaço da antiga rodoviária do município. Com projeto assinado por Vilanova Artigas, o espaço é um marco central da arquitetura modernista.

“O primeiro Museu Satélite estar localizado no Museu de Arte de Londrina é algo muito simbólico. Ocupar o espaço de um ícone arquitetônico brasileiro como esse, agora com um uso tão pulsante, é uma ação de acupuntura urbana: você põe vida em um espaço e isso reverbera em todo o entorno”, afirma a secretária.

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O MUPA Londrina ocupa o andar superior do Museu de Arte de Londrina e, neste primeiro momento, apresenta a exposição “A Riqueza de um patrimônio em movimento: por dentro da vida e da coleção Vladimir Kozák”, com obras do pesquisador tcheco radicado no Brasil. 

Desde 2017, a Coleção Vladimir Kozák, composta por um acervo iconográfico, filmográfico e textual de Povos Indígenas Brasileiros (1948-1978), integra o Programa Memória do Mundo da UNESCO, por ser um patrimônio documental e artístico de inestimável valor para a população.

A diretora do Museu Paranaense, Gabriela Bettega, explica que a escolha das peças para compor a primeira exposição em Londrina está diretamente ligada à própria história e à identidade do museu. “Não é à toa que o conjunto dessas peças foi escolhido para compor a primeira exposição em Londrina. Essa escolha vem de algo que está muito ligado ao DNA do Museu Paranaense, que se consolidou ao longo da sua história com esse caráter de expansão, de extroversão, de entender que é através do contato com o outro, da criação de diálogo e da descoberta do novo que a gente chega também a uma descoberta de si mesmo. É dali que a gente cria uma identidade própria, no nosso caso uma identidade paranaense, baseada no conhecimento da diversidade e nesse colocar-se no lugar do outro”, afirmou.

O Museu Paranaense é o terceiro museu mais antigo do país e o mais antigo do Estado do Paraná. A exposição permanecerá em Londrina por aproximadamente seis meses e, depois desse período, será substituída por uma nova mostra de outro museu estadual. “Muitos desses acervos estavam em Curitiba e, muitas vezes, a gente nem imaginava que teria a oportunidade de visitá-los. Agora é como se os museus estivessem viajando. Em vez de as pessoas irem até os museus, os museus vão passear pelo estado todo”, afirmou o secretário municipal de Cultura, Marcão Kareca. 

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MUSEUS SATÉLITES – O projeto Museus Satélites faz parte da política de descentralização cultural do Governo do Paraná, via Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) e prevê a implantação de oito unidades em diferentes regiões do Estado, ampliando o acesso da população aos acervos dos museus estaduais e fortalecendo a atuação cultural fora da capital. 

Além do MUPA Londrina, o Museu Paranaense terá um satélite em Pato Branco. Já o Museu de Arte Contemporânea do Paraná implantará unidades em Cascavel e Maringá. O Museu Casa Alfredo Andersen terá satélites em Ponta Grossa e Paranaguá, enquanto o Museu da Imagem e do Som do Paraná estará presente em Guarapuava e Tunas do Paraná.

PRESENÇAS – Na abertura, estiveram presentes a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; o prefeito de Londrina, Tiago Amaral; o deputado federal Nelsinho Padovani; o deputado estadual Goura; o secretário municipal de Cultura, Marcão Kareca; o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Otavio Gomes; a secretária municipal de Educação, Thatiane Araujo; o vereador Valdir Santa Fé; e o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), Gerson Guariente.

Fonte: Governo PR

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