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Paraná

Nova subestação de energia no Norte Pioneiro já atende 45 mil domicílios

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Cerca de 45 mil domicílios do Norte Pioneiro já são atendidos por uma nova unidade de distribuição de energia colocada em operação pela Copel. A obra concluída no município de Joaquim Távora recebeu investimento de R$ 28 milhões, com o objetivo de disponibilizar mais energia para o crescimento da região, além de aprimorar a qualidade do fornecimento a casas, comércios, indústrias e propriedades rurais.

De acordo com o superintendente de Engenharia de Expansão da Copel, Edison Ribeiro, o empreendimento de alta tensão vem atender o aumento de demanda observado na região e dará mais flexibilidade à operação do sistema de distribuição.

“A primeira contribuição importante desta obra é o acréscimo de 41MVA (megavolts-ampères) ao sistema de distribuição, ou seja, aumenta nossa capacidade de transformação e entrega de energia aos municípios da região”, explica o engenheiro.

O outro benefício que ele elenca é uma esperada redução dos desligamentos. “A entrada em operação da nova subestação nos permite integrar circuitos, criando redundâncias e aumentando as possibilidades de alimentação a cada área atendida”, detalha Ribeiro.

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Localizada próxima à saída para Santo Antônio da Platina, a subestação opera em 138 mil volts, e está conectada por linhas de transmissão a estruturas semelhantes localizadas em Santo Antônio da Platina e Siqueira Campos.

INVESTIMENTOS – Além da subestação Joaquim Távora, a Copel trabalha na ampliação de outras quatro unidades no Norte do Estado, em Arapongas, São Pedro do Ivaí, Faxinal e Londrina. A região conta com a primeira usina solar com participação da Companhia, em Bandeirantes, e atualmente tem duas novas plantas em construção, em Arapongas e Santo Antônio da Platina.

No triênio compreendido entre 2023 e 2025, a Copel pretende investir R$ 660 milhões em obras na região. Os valores são direcionados à expansão, fortalecimento e modernização do sistema elétrico de distribuição, assim como atendimento a novos consumidores.

Parte significativa dos investimentos previstos é aplicada pelo Programa Paraná Trifásico, que fortalece a espinha dorsal da rede elétrica para atendimento a propriedades rurais em todo o Estado. São R$ 56 milhões destinados para o Norte do Paraná. Já há 1,9 mil quilômetros de novas redes trifásicas em operação, e outros 2 mil em execução, na região.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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