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Nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes, totalmente on-line, é pauta do Conselho Nacional de Turismo

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Check-in mais rápido, dados em tempo real e regras claras para os hóspedes: essas são algumas das novidades apresentadas na 9ª reunião extraordinária do Conselho Nacional do Turismo (CNT), realizada nesta quarta-feira (17), em São Paulo, durante a Equipotel e o Conotel.

As duas portarias apresentadas aos conselheiros regulamentam a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes eletrônica (FNRH Digital) e a entrada e saída de hóspedes em meios de hospedagem já foram assinadas pelo ministro do Turismo, Celso Sabino, durante a abertura da Equipotel. As normas representam avanços importantes para a modernização e competitividade do setor.

A secretária-executiva do Conselho Nacional de Turismo e secretária nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Cristiane Sampaio, destacou o papel estratégico do CNT como espaço de construção coletiva de políticas públicas, como no caso da FNRH Digital.

“A FNRH Digital representa um avanço fundamental para a modernização da hotelaria no Brasil. Ela reduz a burocracia, economiza tempo para os hóspedes e ainda gera dados estratégicos em tempo real, que vão embasar políticas públicas e fortalecer a competitividade dos nossos destinos. Agora precisamos mobilizar o setor para que toda a rede hoteleira nacional passe a aderir a essa nova estratégia”, afirmou.

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Construídas em conjunto com os membros do CNT, as portarias trazem inovações como a simplificação do check-in e check-out e a obrigatoriedade de informações mais transparentes para os consumidores.

No caso da regulamentação de entrada e saída de hóspedes de meios de hospedagem, a norma estabelece que o tempo destinado à arrumação, higiene e limpeza dos quartos deve estar incluso no valor da diária, não podendo ultrapassar o período de três horas. Os meios de hospedagem, agências de turismo e plataformas digitais que terceirizarem o serviço também ficam obrigados a informar aos hóspedes os horários de entrada e saída e o tempo estimado para limpeza e organização do quarto.

A regra ainda determina que a arrumação contemple, obrigatoriamente, a higienização completa do ambiente, a troca de roupas de cama e de toalhas.

O chefe da Assessoria Especial de Assuntos Técnicos do MTur, Wilken Souto, ressaltou que as medidas foram alinhadas às demandas do setor. “Nosso objetivo é transformar propostas em resultados concretos para fortalecer toda a cadeia turística, de forma segura e responsável”, afirmou.

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TURISMO EM ALTA – Presente na reunião, o secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimento do MTur, Carlos Henrique Sobral, reforçou o bom momento vivido pelo turismo brasileiro.

“Hoje o ministro Celso Sabino está em Belém para celebrar o recorde de turistas internacionais no Brasil. Já superamos os números de 2024 e atingimos a marca de 6.807.707 visitantes estrangeiros que escolheram o país para conhecer nossos destinos. Essas novas regulamentações só ajudam a estruturar cada vez mais o setor para que possamos receber bem esses turistas”, destacou.

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Terras raras: o que são e para o que servem?

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O termo “terras raras” se refere a um grupo de 17 elementos químicos que, em geral, estão distribuídos em diferentes tipos de minerais, e, assim, exigem processos específicos para sua separação e aproveitamento.

Esses elementos são considerados importantes para diversos setores da economia devido às suas propriedades físicas e químicas, que permitem aplicações em tecnologias, equipamentos eletrônicos, geração de energia e indústria. Na prática, as terras raras estão presentes em diversos produtos utilizados no dia a dia, como smartphones, computadores, televisores, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de geração de energia. Suas propriedades ajudam a tornar esses equipamentos mais eficientes, leves e duráveis.

Apesar do nome, as terras raras não são necessariamente escassas. Muitos desses elementos são relativamente abundantes na crosta terrestre, mas costumam estar dispersos em baixas concentrações, o que torna sua identificação, extração e processamento mais complexos. A viabilidade econômica de um depósito de terras raras, no entanto, depende de fatores como o teor dos elementos, a mineralogia associada, a complexidade do beneficiamento e as condições de mercado e logística.

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No Brasil, as terras raras ocorrem, em grande parte, em depósitos de argilas iônicas, formados pelo intemperismo de rochas enriquecidas nesses elementos, que dá origem a perfis de solo com camadas argilosas onde os elementos ficam adsorvidos a argilas. Esse tipo de ocorrência pode favorecer a extração dos elementos e, em determinadas condições geológicas e operacionais, resultar em menor necessidade de etapas de beneficiamento, contribuindo para a redução dos impactos ambientais em comparação com outros tipos de depósitos.

info educativo terras raras
Arte/MME

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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